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dc.creatorSantos, Alejandro
dc.date.accessioned2019-02-02T08:57:51Z-
dc.date.available2019-02-02T08:57:51Z-
dc.date.issued2012
dc.identifier.issn1646-4834
dc.identifier.othersigarra:46883
dc.identifier.urihttps://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/64413-
dc.descriptionDe entre os fatores ou práticas alimentares associados à hipertrigliceridemia destacam-se: o excesso de peso corporal (em particular a adiposidade visceral); os hidratos de carbono simples (incluindo açúcares de adição e frutose); a elevada carga glicémica das refeições e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. A otimização do comportamento alimentar pode resultar num efeito hipotrigliceridemiante entre 20 a 50%. Este efeito resulta da perda de peso corporal, redução da ingestão de açúcares simples substituindo-os por fibra alimentar, eliminação da ingestão de ácidos gordos trans de origem industrial, redução da ingestão de frutose e ácidos gordos saturados, implementação de um padrão alimentar «mediterrânico» e consumo de AGPI ómega-3.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectCiências da Saúde, Ciências médicas e da saúde
dc.subjectHealth sciences, Medical and Health sciences
dc.titleRecomendações e NOCs comentadas: posição da AHA (American Heart Association) sobre o tratamento não farmacológico das hiper-trigliceridemias
dc.typeArtigo em Revista Científica Nacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde
dc.subject.fosMedical and Health sciences
Aparece nas coleções:FCNAUP - Artigo em Revista Científica Nacional

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46883.pdfPosição da AHA sobre o tratamento não farmacológico das hipertrigliceridemias366.89 kBAdobe PDFThumbnail
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