Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/172188
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorViana, I.
dc.creatorPereira Luís, R.
dc.creatorTorres, Duarte
dc.creatorFrancisco, K.
dc.creatorGranja, L.
dc.creatorRodrigues, S.
dc.creatorLopes, C.
dc.date.accessioned2026-01-15T00:06:31Z-
dc.date.available2026-01-15T00:06:31Z-
dc.date.issued2025
dc.identifier.issn2183-5985
dc.identifier.othersigarra:755071
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/172188-
dc.description.abstract<jats:p>A evidência científica mostra que práticas alimentares inadequadas nos primeiros 2 anos de vida têm efeitos negativos no estado nutricional e prejudicam um desenvolvimento adequado e a saúde no ciclo de vida. A insegurança alimentar é uma das principais causas de desnutrição. O sul de Angola apresenta níveis inadequados de insegurança alimentar, pelo que é relevante caracterizar a situação alimentar e nutricional das crianças na região. Realizou-se uma revisão narrativa para analisar a evolução da situação alimentar e nutricional das crianças < 5 anos na região do sul de Angola, nas províncias do Cunene, Huíla e Namibe. Foi revista a melhor evidência publicada nos últimos 15 anos em relatórios de inquéritos populacionais realizados por entidades públicas angolanas e por organizações que atuam na região. No sul de Angola, as prevalências de desnutrição aguda global, de desnutrição crónica global e de baixo peso global aparentam estar a aumentar, com exceção da desnutrição aguda global no Cunene. Dados de 2021 mostraram valores de desnutrição aguda global de 9,0%, superiores aos targets definidos internacionalmente de < 5%. A desnutrição crónica global na região classifica-se como muito alta, apresentando um valor de 47,1%, sendo superior na Huíla e no Cunene. A região apresenta também valores elevados de baixo peso global (28,5%). Já o excesso de peso apresenta valores baixos (1,1%) e a prevalência de aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses parece também ter uma evolução positiva em toda a região. Apesar da escassez de informação sobre o consumo alimentar individual, os dados ao nível do agregado familiar apontam para a diminuição da diversidade e da frequência alimentar das crianças dos 6 aos 23 meses. Em conclusão, os resultados mostram a necessidade de monitorização periódica da situação alimentar e nutricional das crianças menores de 5 anos na região. Recomenda-se o fortalecimento de estratégias de monitorização do estado nutricional e das práticas alimentares na infância e um reforço da capacitação dos profissionais de saúde na área da nutrição, com vista ao desenvolvimento de programas para a mitigação da situação atual para consequente melhoria do estado nutricional e de saúde, e redução da mortalidade infantil.</jats:p>
dc.language.isoeng
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCiências da Saúde, Ciências médicas e da saúde
dc.subjectHealth sciences, Medical and Health sciences
dc.titleA situação alimentar e nutricional no sul de Angola uma revisão da evolução do estado nutricional e das práticas alimentares na infância
dc.typeArtigo em Revista Científica Internacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina
dc.identifier.doi10.21011/apn.2025.4008
dc.identifier.authenticusP-01A-XYW
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde
dc.subject.fosMedical and Health sciences
Appears in Collections:FCNAUP - Artigo em Revista Científica Internacional
FMUP - Artigo em Revista Científica Internacional

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
755071.pdf263.77 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.