Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/138131
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorAna Rita Pimenta Batista
dc.date.accessioned2025-11-09T10:53:12Z-
dc.date.available2025-11-09T10:53:12Z-
dc.date.issued2021-11-19
dc.date.submitted2022-02-25
dc.identifier.othersigarra:518040
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/138131-
dc.descriptionA esclerose múltipla é uma doença crónica desmielinizante, com crescente prevalência nos últimos anos, e que pode resultar em inúmeras incapacidades físicas e mudanças psicossociais. Considerando a literatura, a qualidade de vida deste grupo de pacientes é, comummente, afetada, sendo o principal objetivo da investigação estudar a influência de fatores biopsicossociais (sociodemográficos, clínicos e psicossociais) na sua perceção de qualidade de vida. A amostra foi constituída por um grupo clínico composto por 50 pacientes do sexo feminino com esclerose múltipla, e um grupo de controlo constituído por 50 participantes do sexo feminino sem doença e com características sociodemográficas semelhantes (idade e escolaridade). Ambos os grupos responderam a um questionário sociodemográfico e ao WHOQOL-BREF. Ao grupo clínico foi, ainda, administrado um questionário clínico, além da EADS-21, Brief-COPE e Meaning in Life Scale, com vista a avaliar as variáveis psicossociais. Os resultados comprovaram que a qualidade de vida dos pacientes com esclerose múltipla era inferior comparativamente aos participantes sem doença. No que diz respeito às variáveis sociodemográficas e clínicas, o aumento da idade, ter uma situação profissional não ativa, ter esclerose múltipla secundária progressiva, ter muitas crises desde o diagnóstico, uma recuperação parcial dessas crises, e apresentar alterações neurocognitivas foram aspetos que se mostraram associados a menor qualidade de vida. Ansiedade, depressão, stress, baixo sentido de vida, menor utilização de coping ativo e humor, assim como maior desinvestimento comportamental e uso de substâncias, foram as variáveis psicossociais que traduziram menor qualidade de vida percecionada pelos pacientes. De entre todas as variáveis analisadas, a idade, situação profissional, recuperação das crises, depressão, coping ativo e sentido de vida mostraram-se como preditores de pelo menos um dos domínios da qualidade de vida. Destaca-se o papel do sentido de vida, que foi a única variável preditora de todos os domínios. Em conclusão, estes fatores biopsicossociais devem ser tidos em consideração aquando de uma intervenção psicológica, salientando-se a redescoberta de um sentido de vida como essencial para uma melhor qualidade de vida.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleEsclerose múltipla: influência de fatores biopsicossociais na qualidade de vida
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/7xzg-aw81
dc.identifier.tid202810348
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
518040.1.pdfEsclerose múltipla: influência de fatores biopsicossociais na qualidade de vida660.04 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open
518040.pdf
  Restricted Access
Parecer da Orientadora170.76 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.