Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/133690
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dc.creatorMaria da Conceição Veríssimo Leal
dc.date.accessioned2025-11-12T05:10:11Z-
dc.date.available2025-11-12T05:10:11Z-
dc.date.issued2011-12-16
dc.date.submitted2021-05-04
dc.identifier.othersigarra:463780
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/133690-
dc.descriptionEsta dissertação, inserida na área da Psicologia das Organizações, procura dar um contributo teórico e prático ao Modelo Integrado de Desenvolvimento Grupal de Miguez & Lourenço (2001), através da recolha de dados teóricos oriundos da Psicologia Clínica, no sentido de compreender e atuar na dinâmica dos indivíduos e dos grupos. Assim, no âmbito dos seis processos intragrupo elencados pelos autores, sugerem-se estratégias de intervenção nos processos psicológicos do self no contexto de cada uma das fases de desenvolvimento dos grupos, de modo a desenvolver a resolução de problemas no sistema do grupo-como-um-todo. A metodologia qualitativa utilizada, assenta numa teoria fundamentada (Strauss, A. & Corbin, J., 2008), fruto duma ação reflexiva produtora de conhecimento e simultaneamente aponta uma prática de intervenção no self dentro do sistema do grupo-como-um-todo. As fontes de exploração apoiam-se na revisão da literatura de dois Modelos contemporâneos da Psicologia Clínica: o Modelo SCT (Systems-Centered Therapy) de Agazarian (2004) e o Modelo TABEIS (Theory of Attachment Based Exploratory Interest Sharing) de Heard, Lake & McCluskey (2009). Estes modelos ancoram-se nas descobertas mais recentes sobre as emoções e os conflitos, tendo em comum o facto de apresentarem métodos e técnicas para diagnosticar e intervir nos comportamentos defensivos do self, no sentido de promover comportamentos de exploração quando o self sente uma ameaça ao seu bem-estar. Os resultados deste trabalho, mostram como estes dois Modelos se complementam e de que modo o Modelo de Miguez & Lourenço (2001) pode beneficiar dos seus contributos, para compreender as dinâmicas de funcionamento do grupo-como-um-todo e os comportamentos predominantes do self em cada uma das fases de desenvolvimento dos grupos e simultaneamente sugere estratégias de intervenção para a resolução de problemas que são acessíveis a líderes, gestores, professores e outros profissionais que desempenhem tarefas de cuidadores.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleO self nos grupos: entropia, oscilações e exploração
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/djf9-9r14
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Temas de Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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