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dc.creatorMaria Francisca de Castro Ribeiro Pereira da Silva
dc.date.accessioned2021-03-01T00:52:16Z-
dc.date.available2021-03-01T00:52:16Z-
dc.date.issued2020-06-30
dc.date.submitted2020-05-14
dc.identifier.othersigarra:414379
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/128741-
dc.descriptionIntrodução: A incontinência urinária afeta até 1/3 das mulheres em Portugal. O exercício pode ser fator precipitante ou agravante, mas também protetor, se adequado. O objetivo deste estudo é determinar a prevalência de incontinência urinária em mulheres praticantes de exercício recreativo, avaliar a relação com o tipo de exercício e outros fatores de risco coexistentes, e aferir se o tema é abordado nos ginásios. Materiais e Métodos: Estudo transversal através de questionários de auto-preenchimento em ginásios do Porto e Vila Nova de Gaia. Resultados: Duzentas e noventa mulheres completaram os questionários; 67,6% tinham menos de 40 anos; 25,2% referiam incontinência; 53,4% tinham pelo menos um fator de risco não relacionado com exercício. Verificou-se uma associação estatisticamente significativa (p<0,05) entre incontinência, obesidade e obstipação. Exercícios de alto impacto eram incluídos nos treinos de 62,1% das mulheres continentes e de 50,9% das incontinentes. O tema incontinência e fortalecimento muscular do pavimento pélvico foi abordado em apenas 5,5% na avaliação inicial, 9,7% em treinos coletivos e em 13,5% das 37 com treinos individuais. Discussão: A maior proporção de mulheres continentes, comparativamente às incontinentes, que praticavam exercício extenuante, sugere que este era um fator provocativo para algumas, não se verificando contudo uma associação estatisticamente significativa entre incontinência e tipo de exercício. Conclusão: A incontinência urinária afeta mulheres praticantes de exercício recreativo, independentemente da idade e características do exercício. Raramente é abordada nos ginásios, sendo necessário sensibilizar os profissionais para potenciar os efeitos preventivos/terapêuticos do exercício na função do pavimento pélvico e no controlo de fatores de risco modificáveis.
dc.description.abstractIntroduction: Urinary incontinence affects up to 1/3 of women in Portugal. Exercise can be a precipitating/exacerbating factor but also protective, if appropriate. The aim of this study is to determine the prevalence of urinary incontinence in women who practice recreational exercise, to assess its relationship with the type of exercise and other coexisting risk factors, and whether the topic is addressed in gyms. Materials and Methods: Cross-sectional study using self-reported questionnaires in gyms in Porto and Vila Nova de Gaia. Results: Two hundred and ninety women completed the questionnaires; 67.6% were under 40 years old; 25.2% reported incontinence; 53.4% had at least one risk factor unrelated to exercise. There was a statistically significant association (p<0.05) between incontinence, obesity and constipation. High impact exercises were included in the training of 62.1% continent and 50.9% incontinent women. The topic of incontinence and strengthening of the pelvic floor muscles was addressed in only 5.5% in the initial assessment, 9.7% in collective training and in 13.5% of the 37 women with individual training. Discussion: The greater proportion of continent women - compared to incontinent - who practiced strenuous exercise suggests that this might be a provocative factor for some, although there was no statistically significant association between incontinence and type of exercise. Conclusion: Urinary incontinence affects women who practice recreational exercise, regardless of age and exercise characteristics. It is rarely addressed in gyms, and it is necessary to sensitize professionals to enhance the preventive/therapeutic effects of exercise on the function of the pelvic floor and in the control of modifiable risk factors.
dc.language.isopor
dc.rightsembargoedAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectMedicina clínica
dc.subjectClinical medicine
dc.titleA incontinência urinária em mulheres praticantes de exercício recreativo: um estudo transversal.
dc.typeDissertação
dc.date.embargo2022-06-29
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina
dc.identifier.tid202648168
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde::Medicina clínica
dc.subject.fosMedical and Health sciences::Clinical medicine
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Medicina
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
rcaap.embargofctPublicação para revista
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