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https://hdl.handle.net/10216/117064Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Bianca Mota de Moraes | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-08T02:15:29Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-08T02:15:29Z | - |
| dc.date.issued | 2018-11-20 | |
| dc.date.submitted | 2018-11-26 | |
| dc.identifier.other | sigarra:300323 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/117064 | - |
| dc.description | Este estudo pretende conhecer as configurações de gestão democrática da educação e a relação entre os desenhos normativos e as práticas de autonomia escolar vivenciadas através do tempo, no Brasil e em Portugal. A pesquisa se inseriu no âmbito das Ciências da Educação, no domínio relativo à Educação, Comunidades e Mudança Social e teve como objetivo preponderante o de compreender as possibilidades de articulação entre o jurídico e o educativo, aproximando as interpretações legais às reais demandas dos sujeitos nas comunidades educativas locais, através da mobilização do dispositivo da contratualização da autonomia escolar. Alicerçamo-nos em um quadro teórico e epistemológico que situa a educação como um direito, reconhece a fundamentalidade do seu papel na construção e na consolidação das democracias (Teixeira, 1956) (Estêvão, 2001), desafia-se à reinvenção da emancipação social (Sousa Santos, 2003), e procura caminhos de desvendamento das interseções e disjunções entre estas duas componentes de organização e de transformação das sociedades. Através do estudo da autonomia escolar em Portugal, procuramos assimilar os debates que acompanharam seu percurso histórico-organizacional (Lima, 2006) (Barroso, 1996) (Formosinho, 2010) e o seu processo crísico de implementação, desenvolvimento e consolidação (Ferreira, 2004, 2007, 2017), acompanhando uma plêiade de autores e visões sobre as duas décadas de autonomia das escolas. Com esperança crítica interpelamos o potencial devir de uma autonomia que paulatinamente viabilize às escolas a promoção de uma educação humanista e dialógica (Freire, 2016), insurgente às reduções que as confinam nos serviços administrativos (Touraine, 1997). Recorremos à ótica qualitativa, adotamos o paradigma fenomenológico-interpretativo (Amado, 2017) e realizamos um estudo de caso na Escola da Ponte. Para entender a interdependência dos fatores político, sociológico e jurídico na questão educativa em exame, nos pautamos pelo pensamento complexo (Morin, 2017). Da trajetória investigativa resultou a percepção de que há espaços para o incremento de uma hermenêutica mais emancipatória ao serviço da autonomia escolar e de sua juridicidade, para a reivindicação do direito à gestão democrática na educação. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Ciências da educação | |
| dc.subject | Educational sciences | |
| dc.title | O devir da autonomia escolar e os (re)conhecimentos de gestão democrática na Escola da Ponte | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/gdcw-1n84 | |
| dc.identifier.tid | 202160556 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Ciências da educação | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Educational sciences | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado em Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Aparece nas coleções: | FPCEUP - Dissertação | |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 300323.pdf | O devir da autonomia escolar e os (re)conhecimentos de gestão democrática na Escola da Ponte | 1.95 MB | Adobe PDF | ![]() Ver/Abrir |
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