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https://hdl.handle.net/10216/108775| Author(s): | Maria Alessandra de Jesus Diaz |
| Title: | Alterações cognitivas e qualidade de vida no transplante de medula óssea |
| Issue Date: | 2017-11-16 |
| Description: | A evolução do diagnóstico e dos tratamentos oncológicos levou a um aumento do número de sobreviventes, mas também a uma preocupação crescente com os efeitos secundários que os tratamentos acarretam. Desta forma, a presente investigação visa estudar as alterações cognitivas nos indivíduos submetidos ao transplante de medula óssea (TMO), perceber se se trata de um fenómeno transitório ou não, identificar fatores protetores e de risco, analisar a perceção acerca dos défices cognitivos, perceber a relação entre o comprometimento cognitivo demonstrado nos testes objetivos e a perceção subjetiva dos mesmos. Pretende ainda avaliar a qualidade de vida (QdV) - global e nas diversas dimensões do bem-estar, e também a relação da QdV com as alterações cognitivas objetivas e com medidas subjetivas dessas alterações. Para tal, foram avaliados 46 sujeitos no momento pré- transplante. Destes, 6 também foram avaliados num 2º momento - 3 meses após o TMO -, e outros 6 sujeitos foram avaliados num outro momento - 1 ano após o TMO. Previamente ao TMO, os participantes apresentaram um comprometimento significativo das funções cognitivas avaliadas pelo IFS, valores inferiores na subescala impacto da QdV (FACT-Cog), e pior bem-estar emocional (FACT-G). Estes resultados mantiveram-se 3 meses pós-TMO. Ainda no pré-transplante, observamos que a escolaridade se revela um fator protetor das funções associadas ao IFS e que a idade se apresenta como um fator de risco. Verificamos, também, que o desempenho cognitivo dos indivíduos nos testes neuropsicológicos não parece traduzir as suas queixas cognitivas. Por seu lado, quase todos os testes neuropsicológicos parecem relacionar-se com a QdV global. Já na perceção de défices cognitivos, todas as subescalas da FACT-Cog, à exceção da subescala relativa aos comentários de outras pessoas, se correlacionam com a QdV global e as suas dimensões. Um ano após o TMO e comparativamente com o pré-TMO, os participantes apresentaram resultados superiores nas funções cognitivas avaliadas pelo IFS, e diminuição no funcionamento cognitivo avaliado por outros instrumentos neuropsicológicos (MoCA, Memória de Dígitos, e parte B do TMT). No que concerne à avaliação da QdV, 1 ano após transplante verificou-se um pior bem-estar físico, não havendo alterações nas restantes dimensões. |
| Subject: | Psicologia Psychology |
| Scientific areas: | Ciências sociais::Psicologia Social sciences::Psychology |
| DOI: | 10.34626/hk7t-0q29 |
| TID identifier: | 201831058 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/108775 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação |
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| 229829.pdf | Alterações cognitivas e qualidade de vida no transplante de medula óssea | 1.23 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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