Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/108775
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dc.creatorMaria Alessandra de Jesus Diaz
dc.date.accessioned2025-11-13T01:18:46Z-
dc.date.available2025-11-13T01:18:46Z-
dc.date.issued2017-11-16
dc.date.submitted2017-11-29
dc.identifier.othersigarra:229829
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/108775-
dc.descriptionA evolução do diagnóstico e dos tratamentos oncológicos levou a um aumento do número de sobreviventes, mas também a uma preocupação crescente com os efeitos secundários que os tratamentos acarretam. Desta forma, a presente investigação visa estudar as alterações cognitivas nos indivíduos submetidos ao transplante de medula óssea (TMO), perceber se se trata de um fenómeno transitório ou não, identificar fatores protetores e de risco, analisar a perceção acerca dos défices cognitivos, perceber a relação entre o comprometimento cognitivo demonstrado nos testes objetivos e a perceção subjetiva dos mesmos. Pretende ainda avaliar a qualidade de vida (QdV) - global e nas diversas dimensões do bem-estar, e também a relação da QdV com as alterações cognitivas objetivas e com medidas subjetivas dessas alterações. Para tal, foram avaliados 46 sujeitos no momento pré- transplante. Destes, 6 também foram avaliados num 2º momento - 3 meses após o TMO -, e outros 6 sujeitos foram avaliados num outro momento - 1 ano após o TMO. Previamente ao TMO, os participantes apresentaram um comprometimento significativo das funções cognitivas avaliadas pelo IFS, valores inferiores na subescala impacto da QdV (FACT-Cog), e pior bem-estar emocional (FACT-G). Estes resultados mantiveram-se 3 meses pós-TMO. Ainda no pré-transplante, observamos que a escolaridade se revela um fator protetor das funções associadas ao IFS e que a idade se apresenta como um fator de risco. Verificamos, também, que o desempenho cognitivo dos indivíduos nos testes neuropsicológicos não parece traduzir as suas queixas cognitivas. Por seu lado, quase todos os testes neuropsicológicos parecem relacionar-se com a QdV global. Já na perceção de défices cognitivos, todas as subescalas da FACT-Cog, à exceção da subescala relativa aos comentários de outras pessoas, se correlacionam com a QdV global e as suas dimensões. Um ano após o TMO e comparativamente com o pré-TMO, os participantes apresentaram resultados superiores nas funções cognitivas avaliadas pelo IFS, e diminuição no funcionamento cognitivo avaliado por outros instrumentos neuropsicológicos (MoCA, Memória de Dígitos, e parte B do TMT). No que concerne à avaliação da QdV, 1 ano após transplante verificou-se um pior bem-estar físico, não havendo alterações nas restantes dimensões.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleAlterações cognitivas e qualidade de vida no transplante de medula óssea
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/hk7t-0q29
dc.identifier.tid201831058
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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