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https://hdl.handle.net/10216/108430Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Isabel Azevedo da Costa Pereira | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-11T07:08:20Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-11T07:08:20Z | - |
| dc.date.issued | 2017-11-15 | |
| dc.date.submitted | 2017-11-20 | |
| dc.identifier.other | sigarra:226732 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/108430 | - |
| dc.description | A investigação mostra que os maus-tratos têm um impacto nocivo no desenvolvimento das crianças. O presente estudo integra-se num estudo longitudinal mais amplo e tem como objetivo compreender os efeitos dos maus-tratos no desenvolvimento cognitivo e socioemocional, bem como no ajustamento psicológico e comportamental. Participaram, neste estudo, as 96 crianças, entre os seis e os dez anos (50 do sexo feminino e 46 do sexo masculino), que foram observadas no segundo momento do estudo longitudinal. Destas, 47 experienciaram maltrato e encontravam-se institucionalizadas, enquanto as restantes 49 não sofreram maltrato e viviam com as suas famílias biológicas. Para rastrear indicadores do funcionamento cognitivo, foram utilizados os subtestes de Cubos e de Vocabulário da aferição portuguesa da Escala de Inteligência para Crianças de Wechsler - 3ª edição (WISC III; Wechsler, 2003) e a Escala de Competência Académica da versão portuguesa para professores do Social Skills Rating System (SSRS; Gresham & Elliot, 1990). O desenvolvimento socioemocional foi avaliado com recurso à versão portuguesa do Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ; Goodman, 1997). O ajustamento psicológico e comportamental foi avaliado com recurso à versão Portuguesa do Emotions Regulation Checklist (ERC; Shields & Cicchetti, 1997) e à versão portuguesa do School Age Temperament Inventory (SATI; McClowry, 1995). Os resultados mostraram que as crianças maltratadas têm um desempenho cognitivo mais frágil e que tendem a apresentar uma maior reatividade negativa. Não foram observadas associações do maltrato com a competência académica nem com as restantes dimensões do desenvolvimento socioemocional e o ajustamento psicológico e comportamental. Os resultados fornecem pistas para investigações futuras e para a intervenção junto de crianças com experiências familiares adversas. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | Os maus-tratos na infância e os efeitos no desenvolvimento: estudo comparativo entre crianças com e sem registo de maus-tratos | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/gr5s-4s82 | |
| dc.identifier.tid | 201761114 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado Integrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Aparece nas coleções: | FPCEUP - Dissertação | |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 226732.pdf | Os maus-tratos na infância e os efeitos no desenvolvimento: estudo comparativo entre crianças com e sem registo de maus-tratos | 729.51 kB | Adobe PDF | ![]() Ver/Abrir |
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