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Author(s): Lima, Alexandre Martins Campos de
Title: Estrutura, mineralogia e génese dos filões aplitopegmatíticos com espodumena da região do Barroso-Alvão
Publisher: Universidade do Porto. Reitoria
Issue Date: 2000
Abstract: O campo aplitopegmatítico estudado fica localizado no Maciço Hespérico Ibérico, dentro da Zona Galiza Média Trás-os-Montes (ZGMTM) e próximo do limite com a Zona Centro-Ibérica. Os filões aplitopegmatíticos com espodumena constituintes do campo, estão encaixados em metassedimentos de idade Silúrica da sub-unidade de Rancho da unidade de Stª. Mª. de Émeres, pertencentes ao Domínio Estrutural de Carrazedo (DEC). Este domínio apresenta uma litoestratigrafia e um estilo de deformação semelhante ao do Domínio Peritransmontano (parauctótone da ZGMTM). No DEC a estruturação regional é sub-horizontal e resulta da actuação da fase D2 em continuidade com a fase D1, apresentando ambas dobramentos com vergência para SE. Os filões Alijó, Veral e Adagói, objectos principais deste estudo, afloram em rochas quartzofeldspáticas e rochas calcossilicatadas pertencentes à sub-unidade de Rancho, com um metamorfismo regional na isógrada da andaluzite. Na área afloram vários granitóides, definindo-se de acordo com as suas relações estruturais e temporais relativamente à terceira fase de deformação Hercínica (D3), os seguintes três tipos: granitos biotíticos sintectónicos (sin-D3); granitos de duas micas sintectónicos (sin a tardi-F3); e granitos biotíticos póstectónicos (pós- D3). Os corpos aplitopegmatíticos com espodumena são sintectónicos (sin-D3) e estão associados espacialmente com granitos de duas micas sintectónicos. Estes filões litiníferos do campo aplitopegmatítico estudado, definem um alinhamento NW-SE com mais de 20 Km de extensão, sendo dividido no que diz respeito aos filões litiníferos, em sector oriental (E) e ocidental (W). No sector W, o único aluminossilicato de Li presente é a espodumena (com a excepção da lepidolite no filão CHN26, que não foi estudado no presente trabalho). No sector E, além da espodumena regista-se também a presença de petalite e eucryptite. A razão para estas diferenças na paragénese é devida ao facto de ter havido no sector E, uma queda na press ...
Description: Dissertação de Doutoramento em Geologia apresentada à Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
DOI: 10.34626/3r9j-ss17
URI: http://hdl.handle.net/10216/10506
Document Type: Tese
Rights: openAccess
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