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https://hdl.handle.net/10216/9327Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Loureiro E. | |
| dc.creator | MCINTYRE T. | |
| dc.creator | Mota-Cardoso R. | |
| dc.creator | Ferreira MA | |
| dc.date.accessioned | 2022-09-07T11:05:56Z | - |
| dc.date.available | 2022-09-07T11:05:56Z | - |
| dc.date.issued | 2008 | |
| dc.identifier.issn | 0870-399X | |
| dc.identifier.other | sigarra:78810 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/9327 | - |
| dc.description | Diferentes estudos têm vindo a demonstrar que há mudanças significativas ao nível dos hábitos/estilos de vida dos estudantes do ensino superior e, verifica-se que, os estudantes de Medicina também evidenciam uma significativa propensão para a adopção de estilos de vida de risco para a saúde. Neste sentido, o presente trabalho pretende (i) caracterizar as principais fontes de stress académico dos estudantes da Faculdade de Medicina do Porto (FMUP) e a intensidade com que são experienciadas, (ii) investigar as variações com o sexo, ciclo de formação e deslocação da residência de origem, no stress académico e variáveis psicossociais associadas e, (iii) contribuir, pela primeira vez, para o estudo aprofundado do stress e estilos de vida dos estudantes de Medicina em Portugal. O estudo empírico contou com uma amostra de 251 estudantes dos sextos anos do Plano de Estudos da Licenciatura em Medicina da FMUP (160 do sexo feminino e 91 do sexo masculino), avaliados através dos seguintes instrumentos: (a) o Inventário de Fontes de Stress Académico no curso de Medicina (IFSAM), o Inventário de Respostas e Recursos Pessoais (IRRP), (b) o Questionário de Hábitos de Saúde, (c) o General Health Questionnaire (GHQ-12) e (d) o Inventário de Comportamento Interpessoal-breve (ICIbreve). Verificou-se uma prevalência de 58,2% de sintomas clínicos de stress e 47% dos estudantes revelam comportamentos de risco para a saúde, sendo as áreas de maior preocupação os hábitos alimentares, a prática de exercício físico, o consumo de álcool e tabaco, e a imagem corporal. O sexo e o ciclo de formação revelam uma influência significativa nas variáveis estudadas, sendo as estudantes do sexo feminino as que apresentam maiores níveis de stress académico, respostas de stress e baixa confiança na sua capacidade de coping; já os estudantes do ciclo básico revelam maiores níveis de stress geral, stress na gestão dos estilos de vida e nas respostas de stress. Este estudo poderá contribuir para alertar para a necessidade de intervir junto dos estudantes de Medicina, no sentido de prevenir as consequências negativas do stress académico e melhorar o bemestar e estilo de vida dos estudantes de Medicina, promovendo recursos individuais e sociais importantes. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.rights.uri | https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ | |
| dc.title | A Relação Entre o Stress e os Estilos de Vida nos Estudantes de Medicina da Faculdade de Medicina do Porto | |
| dc.type | Artigo em Revista Científica Nacional | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Medicina | |
| Aparece nas coleções: | FMUP - Artigo em Revista Científica Nacional | |
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