Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/80346
Author(s): Marcos André da Silva Rebelo
Title: Arquitectura Industrial & Arquitectura Moderna. Afinidades na prática arquitectónica portuense nos anos 50 e 60
Issue Date: 2012-11-08
Abstract: In the turn from the nineteenth to the twentieth century, the industrialshapes, mostly created by engineers, obtained a major role as they werespread in the architectural field. Those pure, simple shapes represented theideals of a truly new, modern architecture, which represented progress,innovation and efficiency.Therefore, as a great impact was brought by the American industrialarchitecture, in which that time's greatest improvements regarding industrialproduction were recorded, it is in Europe that those buildings' language isdisclosed and fully implemented, not only serving those simple shapes' purelypragmatic goal, but adding the symbolic layer to those works, as that languagemoved on to other functions.In Portugal we witness a delay in the arrival of those modern shapes,whereas it is only in the 20's that a first stage of the modernism is seen, and anephemeral one, due to the policy of the "Estado Novo". Only in the 50's and60's those shapes were disseminated, finding once again an exceptional fieldfor experimentation in the industry.It was this work's main goal to understand if and how that happenedalso in Oporto, knowing that the city's circumstances were followed by somelocal dynamics, for that it is from that city that the second stage of themodernism's most prominent architects come. Using two formally differentexamples, it was found a wide resource, although late, to a modern architectureby two main means: by the formal design, and by its functional distribution.
Description: Na viragem do século XIX para o XX, as formas industriais, na suamaioria trabalho de engenheiros, ganharam protagonismo à medida quecomeçavam a ser divulgadas no campo da arquitetura. Essas formas, puras,simples, representavam os ideais de uma arquitetura verdadeiramente nova,moderna, representativa do progresso, inovação e eficiência.Assim, ao passo que se regista um grande impacto da arquiteturaindustrial americana, dado que é aí que se verificam as principais mudançasnessa altura com respeito à produção industrial, é na Europa que a linguagemdesses edifícios começa por ser divulgada e amplamente aplicada, não só como objetivo puramente pragmático do uso dessas formas simples, masadicionando o valor simbólico às obras, à medida que essa linguagem iapassando para outro tipo de programas.Em Portugal assistimos a um retardamento na chegada dessasformas modernas, sendo que apenas nos anos 20 e 30 se regista uma primeirafase do modernismo, fase efémera, dadas as políticas do Estado Novo. Ésomente nos anos 50 e 60 que se disseminam essas formas, encontrandomais uma vez na indústria o campo excecional para experimentação.Foi o principal objetivo perceber se e como terá isso acontecidotambém no Porto nessas duas décadas, sendo as circunstâncias dessa cidadeacompanhadas de algumas dinâmicas locais, uma vez que é daí que saem osprincipais arquitetos da segunda fase do modernismo em Portugal. Recorrendoa dois exemplos formalmente díspares, constatou-se o recurso amplo, aindaque tardio, a uma arquitetura moderna por dois meios principais: pelo desenhoformal, e pela organização funcional.
Subject: Artes
Arts
Scientific areas: Humanidades::Artes
Humanities::Arts
URI: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/80346
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
Appears in Collections:FAUP - Dissertação

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