Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10216/80322
Author(s): Ana Raquel Marques Rodrigo
Title: "A forma prateada (Mente, Corpo, Coração, Câmara)".
Issue Date: 2013-11-04
Abstract: This work's objective, or at least a part of it, is to answer a question that has followed me since the first grade: the search for a hidden architectural quality. An ambiguous word, without much of a physical existence, not even very scientific, quality is finally an abstraction (Francisco Alonso).In abstraction lies all potential, all matters with which contact can only be made through delicate empathy or, for the architect in conception, through intuition. The architects will is to listen to the voices of matter, predict all futures when conceiving a project; his desire to elaborate an architecture which persists and is a contribution the collective.There is not a manner of doing, not a frame for acting by the book, which leaves the architect to the responsibility of listening to his own voice as a part of the fabric of the world. It was sought to understand what matter that voice is made of, given the difficulty found on the transposition of an inner reality to an exterior one.A Forma Prateada (The Silvery Form) is the motif to reveal a part of those matters which, for me, compose the invisible thread of architecture. They are a statement of intent.
Description: Esta dissertação reflecte sobre uma matéria que esteve presente desde o início e que torna, para mim, a arquitectura na alegria de todos os dias. Falo aqui da oculta qualidade arquitectónica, poderia dizer, fala-se nesta dissertação acerca de vida.O presente trabalho tem como objectivo, pelo menos em parte, responder a uma questão que me persegue desde o primeiro ano: a procura por uma oculta qualidade arquitectural. Palavra ambígua, sem grande suporte físico, pouco científica até, a qualidade acaba por ser uma abstracção.Na abstracção reside todo o potencial, todas as matérias com as quais só se tem contacto através do tecido fino da empatia, e ao arquitecto na concepção, através da intuição. É vontade do arquitecto ouvir as vozes da matéria, prever todos os futuros quando concebe um projecto; o seu desejo é elaborar uma arquitectura que persista e que seja uma contribuição para o colectivo.Não existe uma forma de fazer, uma forma de agir por catálogo, o que deixa entregue ao arquitecto a responsabilidade de ouvir a sua própria voz, como parte do tecido do mundo. Pretendeu-se perceber de que matéria é feita essa voz na dificuldade encontrada na transposição de uma realidade interior a uma exterior.A Forma Prateada é o mote para revelar parte dessas matérias que constituem, para mim, o fio invisível da arquitectura. São uma declaração de intenções.
Subject: Artes
Call Number: 23458
URI: http://hdl.handle.net/10216/80322
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
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