Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/79531
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorSantos, Zulmira
dc.date.accessioned2022-09-07T22:24:37Z-
dc.date.available2022-09-07T22:24:37Z-
dc.date.issued2010
dc.identifier.othersigarra:75320
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/79531-
dc.descriptionEste artigo estuda, no contexto das «Obras métricas» (1665) de D. Francisco Manuel de Melo, o «engenho» exibido como a novidade das «invenções» e o efeito de maravilha sobre o leitor, quase privilégios aristocráticos de um grupo que, na afirmação dos ideais de corte, identifica a superioridade intelectual e cultural da consciência literária com a hegemonia social e o nascimento.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofD. Francisco Manuel de Melo e o Barroco Peninsular
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectOutras humanidades
dc.subjectOther humanities
dc.titleAlgumas notas sobre o «amor», o «desengano» e o «artifício» nas Obras Métricas (1665) de D. Francisco Manuel de Melo
dc.typeCapítulo ou Parte de Livro
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
dc.identifier.doi10.14195/978-989-26-0245-5_14
dc.subject.fosHumanidades::Outras humanidades
dc.subject.fosHumanities::Other humanities
Appears in Collections:FLUP - Capítulo ou Parte de Livro

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
75320.pdf1.47 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons