Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/78017
Author(s): Monteiro, Ana
Title: Compensa correr o risco de arriscar viver no clima portuense? Ou será um perigo para a saúde que devemos evitar?
Issue Date: 2013
Abstract: To create efficient warning systems and prevent the health negative risks during extreme thermal events it is essential to know the local climate context to which humans are adapted. This adaptation includes the familiarization to a certain pattern of temperature variation and the expectations memorized but also, the individual characteristics of humanbeings (age, genetics, health, etc.), and the living conditions (housing, literacy, job, income, etc.). Having this puzzle in consideration and after analysing the relationships between temperature and mortality and morbidity in the Porto metropolitan area, since 2002 till 2007, it seems worthwhile to trigger the climatic risk prevention systems for the health of Porto's citizens in the case of extreme heat events since the 70th percentile (P70: Tmin > and Tmax > 15ºC and 25ºC), and in the case of extreme cold below the 30th percentile (P30: Tmin < 5ºC and Tmax < 13ºC). And these two elements - minimum and maximum temperature - should be considered at the same time as in the case of extreme heat or extreme cold they are equally important. The nocturnal contexts, given the fragile insulating conditions of artificial envelopes at Porto where people live indoor are as important as daily environment.
Description: Para criar sistemas de alerta e prevenção dos riscos para a saúde durante episódios térmicos excecionais efetivamente úteis é fundamental conhecer o contexto climático ao qual os seres humanos estão adaptados. Esta adaptação inclui a habituação a um certo ritmo de variação da temperatura geradora de expectativas sucessivamente memorizadas, mas também as características individuais dos seres humanos (idade, genética, estado de saúde, etc.), e, as condições de vida (literacia, habitação, profissão, emprego, rendimento, etc.). Tendo este puzzle em consideração,e, depois de analisar as relações entre a temperatura e a mortalidade e a morbilidade na Grande Área Metropolitana do Porto, entre 2002 e 2007, parece recomendável acionar os sistemas de prevenção de riscos climáticos para a saúde dos portuenses no caso dos eventos extremos de calor a partir do percentil 70 (P70: Tmín >15ºC e Tmáx >25ºC) e no caso dos extremos defrio abaixo do percentil 30 (P30: Tmín <5ºC e Tmáx <13ºC). E estes dois elementos - temperatura mínima e máxima - deverão ser considerados em simultâneo porque, quer no caso do calor extremo, quer no de frio extremo, são tão importantes os contextos diurnos como os noturnos, dadas as frágeis condições de isolamento dos envelopes artificiais onde vivem indoor.
Subject: Ciências exactas e naturais
Natural sciences
Scientific areas: Ciências exactas e naturais
Natural sciences
URI: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/78017
Source: Riscos naturais, antrópicos e mistos: Homenagem ao Professor Doutor Fernando Rebelo
Document Type: Capítulo ou Parte de Livro
Rights: openAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
Appears in Collections:FLUP - Capítulo ou Parte de Livro

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