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dc.creatorRui Jorge Garcia Ramos
dc.date.accessioned2022-09-10T06:10:03Z-
dc.date.available2022-09-10T06:10:03Z-
dc.date.issued2013
dc.identifier.othersigarra:46467
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/69440-
dc.descriptionPretende-se apresentar algumas hipóteses para a leitura da obra de Marques da Silva (1869-1947), focadas a partir dos projetos, no Porto, da Estação Ferroviária de S. Bento (1896-1911) e do Edifício Quarteirão Conde de Vizela (1922-1923). Pretende dar-se especial atenção não só aos edifícios em si, mas também às relações entre eles e deles com a globalidade da obra onde se inserem, como parte do ambiente cultural onde se produziram. A partir desta observação dos edifícios abre-se a (re)leitura da obra de Marques da Silva como uma intervenção cosmopolita e internacional realizada no Porto que, no início do século XX, deve ser atendida como uma obra moderna. Trata-se de uma leitura fundamental, no quadro das arquiteturas da abertura do século XX, porque hoje sabemos que irão moldar, mais profundamente do que foi convencionalmente aceite, as diferentes produções arquitetónicas do século XX português; irão moldar a própria ideia de moderno.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofDe Pé Sobre a Terra. Estudos Sobre a Industria, o Trabalho e Movimento Operário em Portugal
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectArtes, Artes
dc.subjectArts, Arts
dc.titleSinais da modernidade, modernidade dos sinais: ecletismo, internacionalismo e desterritorialização em 1900
dc.typeCapítulo ou Parte de Livro
dc.contributor.uportoFaculdade de Arquitectura
dc.subject.fosHumanidades::Artes
dc.subject.fosHumanities::Arts
Appears in Collections:FAUP - Capítulo ou Parte de Livro

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