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dc.contributor.advisorFernandes, Berta Maria Chavespt_PT
dc.creatorMartins, Ana Sofia Pimenta de Pinhopt_PT
dc.date.accessioned2011-04-21T11:34:39Zpt_PT
dc.date.accessioned2013-07-30T13:55:01Z-
dc.date.available2011-04-21T11:34:39Zpt_PT
dc.date.available2013-07-30T13:55:01Z-
dc.date.issued2003pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/54820pt_PT
dc.descriptionContém um relatório de estágio realizado no IBESA, no âmbito da licenciatura em Ciências da Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto. O exemplar do relatório de estágio existe apenas em formato papel e está disponível para consulta na Biblioteca da FCNAUPpt_PT
dc.descriptionTese de licenciatura em Ciências da Nutrição e Alimentação apresentada à Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractResumo da tese: A contaminação global de alimentos e rações por micotoxinas é um problema significativo. Estima-se que cerca de 25% das colheitas agrícolas em todo o mundo possam estar contaminadas. Para além dos produtos agrícolas, a exposição humana a estes tóxicos naturais, dá-se também pelo consumo de alimentos de origem animal. A carne e o leite de animais alimentados com rações contaminadas podem conter resíduos tóxicos, resultantes da biotransformação das micotoxinas, igualmente nefastos. Sabe-se que as aflatoxinas se encontram principalmente nos cereais, milho, amendoins, sementes de algodão e alimentos de origem animal, leite e carne. A esterigmatocistina associa-se sobretudo à ingestão de cereais. A ocratoxina A pode encontrar-se, entre outros, nos cereais, vinho, carne (especialmente de porco), cerveja e sumo de uva. À semelhança de outras colheitas, o café é susceptível de se contaminar por micotoxinas. A demonstrá-lo, estão os vários estudos que referem a presença frequente de ocratixina A neste produto. Em experiências animais, este composto mostrou ser nefrotóxico, imunossupressor, hepatotóxico, teratogénico e nefrocarcinogénico. Para além destes efeitos, a ocratixina A parece estar implicada na Nefropatia Endémica dos Balçãs, uma doença crónica dos rins que afecta, sobretudo, habitantes das zonas rurais dos Balçãs. Apesar de escassos, existem trabalhos nos quais também se demonstrou a ocorrência de aflatoxinas e esterigmatocistina no café. As aflatoxinas, das quais a mais tóxica e também a mais frequentemente encontrada é a AFB1, são dos compostos naturais que mais perigos acarretam para a Saúde Pública.pt_PT
dc.format2 vols.(tese+relatório)pt_PT
dc.format.extent30 cmpt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherPorto : edição de autorpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://catalogo.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000067730pt_PT
dc.subjectUniversidade do Porto, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, Licenciatura em Ciências da Nutrição--Dissertaçõespt_PT
dc.subjectCiências da Nutrição--Tese de licenciaturapt_PT
dc.subjectÁreas de estágio--Indústria Agro-Alimentar--Segurança e Qualidade Alimentar--Relatório de estágiopt_PT
dc.subjectCafépt_PT
dc.subjectMicotoxinaspt_PT
dc.titleMicotoxinas contaminantes do cafépt_PT
dc.typeTrabalho Académicopt_PT
Appears in Collections:FCNAUP - Trabalho Académico

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