Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/54791
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorMoreira, Pedropt_PT
dc.creatorAntunes, Patrícia Sofia Carneiropt_PT
dc.date.accessioned2011-04-21T11:33:41Zpt_PT
dc.date.accessioned2013-07-30T13:55:11Z-
dc.date.available2011-04-21T11:33:41Zpt_PT
dc.date.available2013-07-30T13:55:11Z-
dc.date.issued1996pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/54791pt_PT
dc.descriptionContém um relatório de estágio realizado no Laboratório de Microbiologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e no Centro de Saúde da Carvalhosa, no âmbito da licenciatura em Ciências da Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Portopt_PT
dc.descriptionTese de licenciatura em Ciências da Nutrição apresentada à Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractResumo da tese: O uso das ervas aromáticas e especiarias para realçar as propriedades organolépticas dos alimentos remonta à Pré-História (Madrid, 1986). Ao longo da História da civilização, as especiarias e as ervas aromáticas constituiram um dos sectores mais importantes da economia mundial (Castro, 1985), pertencendo aos paises mais ricos e poderosos o controlo comercial desses produtos (Macrae et al, 1993). Embora o Homem das Civilizações Egípcia, Grega, Árabe, Romana e Chinesa tenha procurado monopolizar o comércio das especiarias (Tannahill, 1988), só durante a época dos Descobrimentos é que o uso desses produtos se generalizou na Europa, tendo a participação portuguesa contribuido significativamente para o crescente comércio mundial das especiarias (Castro, 1985). Através do estabelecimento de relações comerciais com o Oriente, os portugueses introduziram na Europa especiarias, como a pimenta, o gengibre, a canela, o cravo e a noz moscada, em troca de outras mercadorias que levavam da Europa (prata amoeda, mercúrio, cobre, vinho, azeite, tecidos, vidros e ferramentas, por exemplo). De todas as especiarias comercializadas com o Oriente, a pimenta tornou-se sem dúvida a mais importante, servindo até de moeda (Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira). No entanto, ainda antes do afluxo das especiarias da Índia, os portugueses foram também responsáveis pela comercialização das especiarias africanas - malagueta e pimenta-de-rabo - na Europa do século xv (Castro, 1985). As especiarias eram utilizadas não só como condimentos para aromatizar os alimentos, mas também como ingredientes de perfumes, cores para tinturaria e para fins medicinais (Godinho, 1965; Tannahill, 1988).(...)pt_PT
dc.format2 vols.(tese+relatório)pt_PT
dc.format.extent30 cmpt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherPorto : edição de autorpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://catalogo.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000067505pt_PT
dc.subjectUniversidade do Porto, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, Licenciatura em Ciências da Nutrição--Dissertaçõespt_PT
dc.subjectCiências da Nutrição--Tese de licenciaturapt_PT
dc.subjectÁreas de estágio--Investigação (Microbiologia Alimentar)--Relatório de estágio--Inquérito e resultados da avaliação das aulas práticas de Microbiologia Geral--Inquérito e resultados da avaliação das aulas práticas de Microbiologia Alimentarpt_PT
dc.subjectCinnamomum zeylanicum (Canela)pt_PT
dc.subjectPimentapt_PT
dc.subjectEspeciarias--microbiologiapt_PT
dc.titleAvaliação da qualidade microbiológica de canela, pimenta preta e pimenta brancapt_PT
dc.typeTrabalho Académicopt_PT
Appears in Collections:FCNAUP - Trabalho Académico

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
67505_96-17T_TL_01_CNova.pdf14.19 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open
67505_96-17T_TL_01_P.pdf4.21 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.