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dc.contributor.advisorAzevedo, Rute Sá Pereira Lopes Ferreirapt_PT
dc.creatorGomes, Diana Carina Limapt_PT
dc.date.accessioned2011-04-21T11:33:39Zpt_PT
dc.date.accessioned2013-07-30T13:55:11Z-
dc.date.available2011-04-21T11:33:39Zpt_PT
dc.date.available2013-07-30T13:55:11Z-
dc.date.issued2003pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/54790pt_PT
dc.descriptionContém um relatório de estágio realizado no Centro Hospitalar do Alto Minho, no âmbito da licenciatura em Ciências da Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto. O exemplar do relatório de estágio existe apenas em formato papel e está disponível para consulta na Biblioteca da FCNAUPpt_PT
dc.descriptionTese de licenciatura em Ciências da Nutrição e Alimentação apresentada à Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.pt_PT
dc.description.abstractResumo da tese: Desde tempos remotos que é conhecida a capacidade das plantas possuírem compostos com propriedades terapêuticas para o Homem. Tudo isto começou em épocas imemoriais, quando o remédio para os males físicos se encontrava, supostamente no reino das plantas[1][2][8]. Actualmente vivemos numa sociedade onde as doenças crónicas e degenerativas são cada vez mais uma presença constante ao longo do envelhecimento humano[2][4][5][6]. Este fenómeno conduz a uma busca incessante por algo que possa não só curar, mas também evitar estes "males" que afectam grande parte da população dos países desenvolvidos e em desenvolvimento. A Medicina evolui no sentido de atenuar o panorama dramático a que assistimos, e cada vez mais a investigação científica evidencia a alimentação/ nutrição como tendo um papel de destaque na prevenção e tratamento destas patologias degenerativas crónicas[1][2][5][9]. No mercado, deparamo-nos com um crescendo na procura de "alimentos saudáveis" ou "possuidores de compostos saudáveis", que possam prevenir esta ou aquela doença. São também uma constante as campanhas de informação que apelam para um maior consumo de produtos horticolas, frutos, cereais inteiros. Já em 1959 se realizavam experiências para testar a razão destes alimentos serem dotados de propriedades benéficas para a saúde [10]. Mas, porquê estes alimentos? O que os torna únicos?[2][4][7][13]. Presentemente esta linha de pesquisa de compostos não nutricionais atrai investigadores e indústria Agro Alimentar constituindo uma classe que actualmente são designados de fitonutrimentos." (Moreira P: in: Alimentação e Nutrição Humana)[10].pt_PT
dc.format2 vols.(tese+relatório)pt_PT
dc.format.extent30 cmpt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherPorto : edição de autorpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://catalogo.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000067720pt_PT
dc.subjectUniversidade do Porto, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, Licenciatura em Ciências da Nutrição--Dissertaçõespt_PT
dc.subjectCiências da Nutrição--Tese de licenciaturapt_PT
dc.subjectÁreas de estágio--Nutrição Clínica--Relatório de estágiopt_PT
dc.subjectNutrientespt_PT
dc.subjectVegetaispt_PT
dc.subjectCereaispt_PT
dc.titleOs fitonutrimentos : revisão bibliográficapt_PT
dc.typeTrabalho Académicopt_PT
Appears in Collections:FCNAUP - Trabalho Académico

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