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dc.contributor.advisorSantos, Cristinapt_PT
dc.contributor.advisorAzevedo, Fernandopt_PT
dc.creatorFaria, Manuel Estevão Silva Pereira de Oliveirapt_PT
dc.date.accessioned2011-04-21T11:27:55Zpt_PT
dc.date.accessioned2013-07-30T13:54:09Z-
dc.date.available2011-04-21T11:27:55Zpt_PT
dc.date.available2013-07-30T13:54:09Z-
dc.date.issued2000pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/54590pt_PT
dc.descriptionContém um relatório de estágio realizado nos ODEVEZA, Laboratórios de Hidrologia e Enologia Lda e na Adega Cooprativa de Freixo de Numão, no âmbito da licenciatura em Ciências da Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto. O exemplar do relatório de estágio existe apenas em formato papel e está disponível para consulta na Biblioteca da FCNAUPpt_PT
dc.descriptionTese de licenciatura em Ciências da Nutrição apresentada à Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractResumo da tese: Introdução: O vinho, em Portugal faz parte da nossa história, das nossas tradições, que ao contrário de outras, ainda permanece viva e ao que parece está para durar. Na realidade esta é uma bebida com um papel fundamental nos nossos hábitos alimentares. Esta situação, não é um exclusivo dos portugueses nem tão pouco da história recente da humanidade. A nenhuma outra bebida foi atribuído tanto respeito, dedicação e devoção. A prová-lo está a parceria que desde muito cedo teve com as religiões. Danel na Fenícia, Osíris no Egipto, Dionício na Grécia, Baco em Roma e o seu valor sacro na religião cristã, são apenas alguns dos exemplos que se podem referir. Mas porque é que esta bebida desde muito cedo fez mover com tanta força a imaginação dos homens? O vinho é uma bebida privilegiada capaz de colocar o Homem numa situação de euforia e êxtase que o aproxima dos deuses, fazendo-o esquecer-se das vicissitudes da sua existência terrena. É por isso que o vinho aparece carregado de um valor sacramental, a que não é estranha a sua semelhança, desde sempre considerado a essência da própria vida! Em Portugal não é facil traçar a história da vinha e do vinho. A videira foi muito provavelmente uma das plantas que de uma forma espontânea já existia nos terrenos que hoje formam o nosso país, desde o período Terciário. A existência de grainhas de uvas e sementes de videira carbonizadas datam dos períodos do Bronze I e III, mas no entanto torna-se muito difícil perceber se se trata de vinha espontânea ou cultura.pt_PT
dc.format2 vols. (tese+relatório)pt_PT
dc.format.extent30 cmpt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherPorto : edição de autorpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://catalogo.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000067635pt_PT
dc.subjectUniversidade do Porto, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, Licenciatura em Ciências da Nutrição--Dissertaçõespt_PT
dc.subjectCiências da Nutrição--Tese de licenciaturapt_PT
dc.subjectÁreas de estágio--Indústria Agro-Alimentar--Tecnologia Alimentar--Relatório de estágiopt_PT
dc.subjectVinhopt_PT
dc.titleProantocianidinas do vinhopt_PT
dc.typeTrabalho Académicopt_PT
Appears in Collections:FCNAUP - Trabalho Académico

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