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dc.contributor.advisorCantarinho, Donzíliapt_PT
dc.creatorMonteiro, Paulo Simão da Cunhapt_PT
dc.date.accessioned2011-04-21T11:08:12Zpt_PT
dc.date.accessioned2013-07-30T13:56:04Z-
dc.date.available2011-04-21T11:08:12Zpt_PT
dc.date.available2013-07-30T13:56:04Z-
dc.date.issued2000pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/54553pt_PT
dc.descriptionContém um relatório de estágio realizado na Lactogal Produtos Alimentares SA, Departamento de Qualidade e Desenvolvimento da Unidade Fabril de Oliveira de Azeméis, no âmbito da licenciatura em Ciências da Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto. O exemplar do relatório de estágio existe apenas em formato papel e está disponível para consulta na Biblioteca da FCNAUPpt_PT
dc.descriptionTese de licenciatura em Ciências da Nutrição apresentada à Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractResumo da tese:Introdução: O leite humano é o alimento natural, específico da espécie, engenhosamente elaborado para alimentar os lactentes humanos (Goldman et al. 1997). Para além da composição nutricional adaptada às necessidades do bebé, o leite humano possui nutrientes que lhe conferem um estatuto único. Entre esses nutrientes encontram-se os PUFAs, por muitos autores considerados "condicionalmente essenciais" (Newton 1998) e factores bioactivos, como enzimas, hormonas ou factores de crescimento (Rodriguez-Palmero et al.1999). O leite humano contribui, assim, para a adaptação imunológica do bebé à vida extra-uterina. São incontestáveis os inúmeros benefícios do aleitamento materno para os lactentes, mães, famílias e sociedade em geral. Entre essas vantagens encontram-se os benefícios de saúde, nutricionais, imunológicos (anexo 1), psicológicos, sociais, económicos e ambientais (AAP 1992, 1997; Grupo Origem (Amamentação On-Line) 2000; Haschke 1995; Lawrence 1994; Uauy 1995). Por esses motivos, é hoje mundialmente reconhecido que o aleitamento materno exclusivo é a forma ideal de nutrição do lactente nos primeiros 4-6 meses de idade (AAP 1997). No entanto, é recomendado que o aleitamento deva continuar pelo menos até aos 12 meses, desde que a partir dos 4-6 meses se inicie uma alimentação diversificada (Beikost) correcta (AAP 1997;Sugarman e Tackett 1995). Apesar dos demonstrados benefícios, existem algumas situações em que o aleitamento materno não é a melhor solução para o lactente. Essas situações incluem o caso da mães com tuberculose activa não tratada (AAP 1997) ou infectadas com o vírus de imunodeficiência humana (AAP 1995; Lawrence 1994). Para além do risco da potencial transmissão de enfermidades infecciosas para o lactente, há ainda a considerar a utilização de fármacos ilegais, como a cocaína e a heroína (AAP 1994;Lawrence 1994) e as enfermidades debilitantes ou que coloquem (...).pt_PT
dc.format2 vols (tese+relatório)pt_PT
dc.format.extent30 cmpt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherPorto : edição de autorpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://catalogo.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000067636pt_PT
dc.subjectUniversidade do Porto, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, Licenciatura em Ciências da Nutrição--Dissertaçõespt_PT
dc.subjectCiências da Nutrição--Tese de licenciaturapt_PT
dc.subjectÁreas de estágio--Tecnologia Alimentar--Relatório de estágiopt_PT
dc.subjectLeitept_PT
dc.titleDesenvolvimento de uma fórmula de transição líquida, à escala laboratorialpt_PT
dc.typeTrabalho Académicopt_PT
Appears in Collections:FCNAUP - Trabalho Académico

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