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dc.contributor.advisorAndrade, José Paulopt_PT
dc.creatorAssunção, Marco Manuel Batistapt_PT
dc.date.accessioned2011-04-21T11:07:57Zpt_PT
dc.date.accessioned2013-07-30T13:54:37Z-
dc.date.available2011-04-21T11:07:57Zpt_PT
dc.date.available2013-07-30T13:54:37Z-
dc.date.issued2003pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/54546pt_PT
dc.descriptionContém um relatório de estágio realizado no Instituto de Anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, no âmbito da licenciatura em Ciências de Nutrição da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto. O exemplar do relatório de estágio existe apenas em formato papel e está disponível para consulta na Biblioteca da FCNAUPpt_PT
dc.descriptionTese de licenciatura em Ciências da Nutrição apresentada à Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.pt_PT
dc.description.abstractResumo da tese: A ingestão crónica de uma solução etanólica conduz a um aumento da deposição de lipofuscina nos neurónios do sistema nervoso central (SNC) relacionada provavelmente com o stress oxidativo. Esta situação, descrita num modelo de alcoolismo crónico no Rato adulto, pode ser considerada equivalente a um processo de envelhecimento cerebral precoce e é acompanhada de défices funcionais, especialmente a nível da memória e da aprendizagem. Se, por um lado, existe consenso sobre as consequências deletérias da ingestão de grandes quantidades de etanol no SNC, não parece haver acordo em relação às acções neuronais da ingestão moderada de bebidas alcoólicas. Na base desta discrepância poderão estar os compostos polifenólicos, como as catequinas e as procianidinas oligoméricas (CP) presentes em abundância no vinho tinto, bebida com alegadas propriedades protectoras do SNC. Assim, o objectivo deste trabalho foi averiguar, utilizando o mesmo modelo animal, o efeito destes compostos polifenólicos adicionados a uma solução etanólica na acumulação de lipofuscina nas células piramidais de CA1 e CA3 da formação do hipocampo e nas células de Purkinje do cerebelo do Rato. Para tal, o volume de lipofuscina e do compartimento lisossómico no citoplasma dos neurónicos foi quantificado utilizando métodos morfométricos adequados. Sujeitaram-se então ratos à ingestão prolongada (6 meses) de diferentes regimes líquidos: 1) água, 2) água com 200mg/l de CP, 3) 20% de etanol, 4) 20% de etanol com 200mg/l de CP e 5) controlo nutricional pair-fed. Para além destes grupos, estudou-se ainda um grupo de ratos que ingeriram vinho do Porto (VP), cuja concentração de CP e etanol é semelhante ao grupo 4.pt_PT
dc.format2 vols.(tese+relatório)pt_PT
dc.format.extent30 cmpt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherPorto : edição de autorpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://catalogo.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000067733pt_PT
dc.subjectUniversidade do Porto, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, Licenciatura em Ciências da Nutrição--Dissertaçõespt_PT
dc.subjectCiências da Nutrição--Tese de licenciaturapt_PT
dc.subjectÁreas de estágio--Investigação Científica (Anatomia)--Relatório de estágiopt_PT
dc.subjectVinhopt_PT
dc.titleCompostos polifenólicos do vinho e formação de lipofuscina no cérebro do rato - estudo morfométricopt_PT
dc.typeTrabalho Académicopt_PT
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