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dc.contributor.advisorPortugal, Jorgept_PT
dc.creatorDomingues, Andreia Coelho Lopespt_PT
dc.date.accessioned2011-04-21T11:07:03Zpt_PT
dc.date.accessioned2013-07-30T13:55:35Z-
dc.date.available2011-04-21T11:07:03Zpt_PT
dc.date.available2013-07-30T13:55:35Z-
dc.date.issued2001pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/54513pt_PT
dc.descriptionContém um relatório de estágio realizado no Serviço de Endocrinologia e Diabetes do Hospital Garcia da Orta, Almada, no âmbito da licenciatura em Ciências da Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto. O exemplar do relatório de estágio existe apenas em formato papel e está disponível para consulta na Biblioteca da FCNAUPpt_PT
dc.descriptionTese de licenciatura em Ciências da Nutrição apresentada à Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractResumo da tese: O crómio é metal,que existe em vários estados de oxidação, sendo o estado trivalente (Cr3+), um dos mais frequentes e o que se encontra presente nos alimentos (1). É, portanto, apenas o crómio trivalente que será abordado. Pode encontrar-se na forma de compostos inorgânicos, como o cloreto de crómio e na forma de compostos orgânicos, como o picolinato de crómio. Ambos os tipos se encontram nos alimentos, contudo, são os compostos orgânicos os que apresentam a maior biodisponibilidade. O crómio encontra-se, em elevadas quantidades, em alimentos como a levedurade cerveja, as ostras, o fígado e as batatas (2,3). Não existe nenhuma RDA (Recommended Dietary Allowance) para o crómio, contudo foi estabelecida um estimativa da dose diária segura e adequada (ESADDI). Estima-se que a ingestão habitual de crómio, nos Estados Unidos, é de 28+/-1 mg/dia, em mulheres e homens saudáveis, respectivamente. Pensa-se que esta ingestão é idêntica no resto do mundo, sendo, também, inferior ao limite inferior das ESADDI, ou seja, provavelmente, inadequada (3,4,5,6,7). Pouco se sabe ainda, relativamente, ao metabolismo do crómio no organismo. Sabe-se que vários factores influenciam a sua absorção. Os oxalatos, a deficiência em ferro e zinco e a diabetes aumentam a sua absorção, ao contrário dos fitatos e do avançar da idade (1,2). Após absorvido parece ser transportado, principalmente, pela transferrina e distribuído em compartimentos com diferentes turnovers. A média das suas concentrações séricas, varia entre os 0.1 e os 0.3mg/L, em indivíduos normais (1,2,3,8).pt_PT
dc.format2 vols. (tese+relatório)pt_PT
dc.format.extent30 cmpt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherPorto : edição de autorpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://catalogo.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000067662pt_PT
dc.subjectUniversidade do Porto, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, Licenciatura em Ciências da Nutrição--Dissertaçõespt_PT
dc.subjectCiências da Nutrição--Tese de licenciaturapt_PT
dc.subjectÁreas de estágio--Nutrição Clínica--Relatório de estágiopt_PT
dc.subjectDiabetes Mellituspt_PT
dc.subjectCrómiopt_PT
dc.titleCrómio e diabetespt_PT
dc.typeTrabalho Académicopt_PT
Appears in Collections:FCNAUP - Trabalho Académico

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