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dc.contributor.advisorBarros, Henriquept_PT
dc.creatorAlves, Ana Saldanha Coutopt_PT
dc.date.accessioned2011-04-21T11:05:12Zpt_PT
dc.date.accessioned2013-07-30T13:54:17Z-
dc.date.available2011-04-21T11:05:12Zpt_PT
dc.date.available2013-07-30T13:54:17Z-
dc.date.issued1997pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10216/54448pt_PT
dc.descriptionContém um relatório de estágio realizado no Serviço de Epidemiologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e na Unidade de Cardiologia do Hospital S. João do Porto, no âmbito da licenciatura em Ciências da Nutrição pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Portopt_PT
dc.descriptionTese de licenciatura em Ciências da Nutrição apresentada à Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Portopt_PT
dc.description.abstractResumo da tese: A doença coronária é internacionalmente uma das principais causas de morte e até a principal causa de mortalidade e morbilidade, nos países industrializados. Em regiões do mundo onde as taxas de mortalidade por doença coronária são altas, como a Europa e a América do Norte, em geral, quanto maior é esta taxa maior é a taxa de mortalidade total, demonstrando assim a importante contribuição da doença para a taxa de mortalidade total (1). A doença coronária tem predominância na idade avançada. O pico de mortalidade situa-se entre 70 e 74 anos, nos homens, e entre os 75 e 79 anos, nas mulheres (2). É muitas vezes vista como acompanhando o desenvolvimento económico, da industrialização e do declínio de doenças infecciosas numa população, mas o Japão é uma prova de que tal não é inevitável, pois escapou à "epidemia" de doença coronária e tem tido as mais baixas taxas de mortalidade dos países industrializados (1). Em 1987, nos EUA, a doença cardiovascular (onde se inclui a doença coronária) provocou cerca de 1 milhão de mortes (quase metade do total de mortes), tendo 18% destas mortes ocorrido em indivíduos com idade inferior a 65 anos. No entanto, as taxas de mortalidade cardiovascular, ajustadas para a idade, entre 1977, e 1987, decresceram 23.3%, contando a doença coronária com uma diminuição de 28.7%(3).(...)pt_PT
dc.format2 vols.(tese+relatório)pt_PT
dc.format.extent30 cmpt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherPorto : edição de autorpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.source.urihttp://catalogo.up.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000067521pt_PT
dc.subjectUniversidade do Porto, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, Licenciatura em Ciências da Nutrição--Dissertaçõespt_PT
dc.subjectCiências da Nutrição--Tese de licenciaturapt_PT
dc.subjectÁreas de estágio--Nutrição Clínica--Relatório de estágiopt_PT
dc.subjectDoenças Cardiovascularespt_PT
dc.subjectEnfartept_PT
dc.subjectConsumo de Alimentospt_PT
dc.subjectPeixespt_PT
dc.titleConsumo de peixe e risco de enfarte do miocárdio em homenspt_PT
dc.typeTrabalho Académicopt_PT
Appears in Collections:FCNAUP - Trabalho Académico

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