Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/52640
Author(s): Beça, Andreia
Egipto, Paula
Carvalho, Davide
Correia, Flora
Oliveira, Bruno
Rodrigues, Acácio
Amarante, José
Medina, José Luís
Title: Avaliação do balanço Azotado no doente Queimado
Issue Date: 2010
Abstract: Introduction: The burn injury probably represents the largest stimulus for muscle proteincatabolism. This state is characterized by an accelerated catabolism of the lean or skeletalmass that results in a clinical negative balance of nitrogen and muscle wasting. Thedetermination of an appropriate value for protein intake is essential, since it is positivelyrelated to the nitrogen balance (NB) and accordingly several authors argue that a positiveNB is the key parameter associated with nutritional improvement of a burn patient.Objectives: Evaluation of the degree of protein catabolism by assessment of theNitrogen Balance; Defining of nutritional support (protein needs) to implement inpatients with burned surface area (BSA) ≥ 10%.Methods: We prospectively evaluated the clinical files and scrutinized the clinicalvariables of interest. The NB was estimated according to three formulae. Each gram ofnitrogen calculated by the NB was then converted into grams of protein, subtracted oradded to protein intake (or administered enteric or parenterically) and divided by kg ofreference Weight (kg Rweight), in an attempt to estimate the daily protein needs.Results: The cohort consisted of 10 patients, 6 females, with average age of 58(23)years old, a mean of BSA of 21.4(8.4)%, ranging from a minimum of 10.0% and maximumof 35.0%. On average, patients were 58 (23) years old. The average number of days ofhospitalization in the burn unit was 64.8(36.5) days. We observed significant differencesbetween the 3 methods used for calculating the NB (p = 0.004), on average the NB waspositive. When the formula A was used the average value of NB was higher. Regardingthe attempt to estimate the needs of g prot/kg Rweight/day most of the values did notexceed, on average, 2.6 g Prot/kg Rweight/day and no significant differences betweenpatients with a BSA% of 10-20% and with BSA% > 20% were found.Conclusion: Despite being able to estimate the protein catabolism through these formulasand verifying that most values were above zero, wide individual fluctuationswere visible over time. Based on the sample reference that recommends a value of 1.5-2 g Prot/kg Rweight/day, we can conclude it to be underestimated, when comparingwith the mean value of 2.6 g Prot/kg Rweight/day we established.
Description: Introdução: A lesão por queimadura representa provavelmente o maior estímulo para ocatabolismo proteico muscular. Este estado é caracterizado por um catabolismo aceleradode massa magra ou massa esquelética que resulta clinicamente num balanço negativo deazoto e gasto muscular. A determinação de um valor adequado para a ingestão proteica éfundamental, uma vez que está relacionada positivamente com o balanço azotado (BA) evários autores defendem que a obtenção de um BA positivo é o principal parâmetronutricional associado com uma melhoria do doente.Objectivos: Avaliação do grau de catabolismo proteico através do cálculo do BalançoAzotado; Definir o tipo de suporte nutricional (ingestão proteica) a implementar no doentecom superfície corporal queimada (SCQ) ≥ 10%.Métodos: Avaliamos prospectivamente todos os doentes internados na Unidade de Queimadostendo o BA sido estimado através de três fórmulas. Cada grama de azoto calculadopelo BA foi posteriormente convertido em gramas de proteína (g Prot), subtraído ousomado à proteína ingerida (ou administrada por via entérica ou parentérica) e as quaisforam divididas por quilograma de peso de referência (kg Pref), para obter uma estimativadas necessidades proteicas diárias.Resultados: A amostra foi constituída por 10 indivíduos, seis do sexo feminino, com umamédia de idade de 58(23) anos, uma % SCQ média de 21,4(8,4)%, variando de um mínimode 10,0% a um máximo de 35,0%. O número médio de dias de internamento na unidade foide 64,8(36,5) dias. Observamos diferenças significativas entre os três métodos utilizadosno cálculo do BA (p = 0,004), embora em média o BA seja positivo. Quando foi usada afórmula A, verificamos que o valor de BA médio era superior. No que diz respeito àtentativa de estimar as necessidades de g Prot/kg Pref/dia a generalidade dos valores nãoultrapassam, em média, os 2,6 g Prot/kg Pref/dia, não tendo sido encontradas diferençassignificativas entre os com uma % SCQ = 10-20% e os com %SCQ > 20%.Conclusão: Apesar de se poder fazer uma estimativa do catabolismo proteico através docálculo do BA e de se poder observar que a generalidade dos valores se encontra acima dezero, são visíveis as flutuações inter-individuais ao longo do tempo. Tendo como base a únicareferência que preconiza um valor de 1,5-2 g Prot/kg Pref/dia, podemos concluir que este seencontra subestimado quando comparado com o valor médio obtido de 2,6 g Prot/kg Pref/dia.
Subject: Ciências da Saúde, Ciências da saúde
Health sciences, Health sciences
Scientific areas: Ciências médicas e da saúde::Ciências da saúde
Medical and Health sciences::Health sciences
URI: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/52640
Document Type: Artigo em Revista Científica Nacional
Rights: openAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
Appears in Collections:FCNAUP - Artigo em Revista Científica Nacional

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