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https://hdl.handle.net/10216/177032| Author(s): | Marta Sofia Campos Jácome |
| Title: | Impacto da sucralose na resposta pós-prandial glicémica e insulinémica e na secreção de GLP-1 em adultos: revisão sistemática e meta-análise |
| Issue Date: | 2026-10-12 |
| Abstract: | Background and Objectives: The metabolic neutrality of non-nutritive sweeteners (NNS) remains inconsistent. This systematic review and meta-analysis evaluated the acute effects of sucralose, alone or with carbohydrates, on postprandial glycemic, insulinemic, and glucagon-like peptide-1 (GLP-1) responses in adults. Methods: Following PRISMA guidelines, the search was conducted across PubMed and Web of Science up to November 1, 2025, for randomized controlled trials (RCTs) assessing glycemic and insulinemic responses and GLP-1 secretion. Risk of bias was evaluated via Cochrane RoB 2.0, and random-effects meta-analyses were performed. Results: Seventeen RCTs (424 participants) were included, with eight suitable for quantitative analysis. In healthy adults, sucralose demonstrated showed no statistically significant overall effect. Conversely, in obesity or insulin resistance, oral sucralose modulated insulin kinetics, showing up to a 20% increase in insulin incremental area under the curve (iAUC) and decreased insulin sensitivity. GLP-1 responses and gastrointestinal infusions yielded no variations (except under complex matrices), while sham-feeding suggested, without statistical confirmation, a role for cephalic oral signaling. Conclusion: Sucralose is not uniformly inert. While neutral in healthy individuals, it acts as an endocrine modulator in populations with metabolic vulnerabilities, depending on host phenotype, cephalic oral engagement, and nutrient co-ingestion. |
| Description: | Introdução e Objetivos: A neutralidade metabólica dos adoçantes não-nutritivos (ANN) permanece inconsistente. Esta revisão sistemática e meta-análise avaliou os efeitos agudos da sucralose, isolada ou com hidratos de carbono, nas respostas pós-prandiais glicémica, insulinémica e do peptídeo semelhante ao glucagon-1 (GLP-1) em adultos. Métodos: Seguindo as diretrizes PRISMA, a pesquisa foi realizada na PubMed e Web of Science até 1 de novembro de 2025 por ensaios clínicos randomizados (ECRs) para avaliar as respostas glicémicas e insulinémicas e a secreção do GLP-1. O risco de viés foi avaliado via Cochrane RoB 2.0 e realizaram-se meta-análises de efeitos aleatórios. Resultados: Foram incluídos dezassete ECRs (424 participantes), sendo oito adequados para análise quantitativa. Em adultos saudáveis, a sucralose não demonstrou um efeito global estatisticamente significativo. Contudo, na obesidade ou resistência à insulina, a sucralose oral modificou a cinética da insulina, com aumentos de até 20% na área incremental sob a curva (iAUC) e menor sensibilidade à insulina. As respostas ao GLP-1 e as infusões gastrointestinais não revelaram variações (exceto em matrizes complexas), enquanto o sham-feed sugeriu, sem confirmação estatística, um papel da sinalização oral cefálica. Conclusão: A sucralose não é uniformemente inerte. Embora seja neutra em indivíduos saudáveis, atua como modulador endócrino em populações com vulnerabilidades metabólicas, dependendo do fenótipo, do envolvimento oral e da coingestão de nutrientes. |
| Subject: | Ciências da saúde Health sciences |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde::Ciências da saúde Medical and Health sciences::Health sciences |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/177032 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FCNAUP - Dissertação |
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| 801341.pdf | Impacto da sucralose na resposta pós-prandial glicémica e insulinémica e na secreção de GLP-1 em adultos: revisão sistemática e meta-análise | 837.82 kB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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