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https://hdl.handle.net/10216/174563Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Sylvia Helena Araujo da Ponte Acario | |
| dc.date.accessioned | 2026-06-30T01:34:11Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-30T01:34:11Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-08 | |
| dc.date.submitted | 2026-06-29 | |
| dc.identifier.other | sigarra:781220 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/174563 | - |
| dc.description | A saúde mental dos profissionais de Psicologia constitui um domínio de crescente relevância, dado o carácter relacional e emocionalmente exigente da sua prática. Contudo pouco se investiga sobre adoecimento mental e sobre autocuidado em psicólogos(as), talvez pelo estigma de procura de ajuda profissional e impacto na identidade profissional. Este estudo pretende conhecer os níveis de burnout, stress percebido, ansiedade, depressão, autocuidado, resiliência e vinculação em psicólogos brasileiros, bem como a relação entre práticas de autocuidado, resiliência e vinculação como potenciais fatores de proteção, e os níveis de burnout, stress, ansiedade e depressão como indicadores de risco. Participaram 168 psicólogos brasileiros recrutados por conveniência, maioritariamente mulheres e a exercer na área de Clínica/Hospitalar. Os dados foram recolhidos online entre setembro-dezembro/2025, usando questões sociodemográficas/profissionais, e versões brasileiras do BAT, PHQ-4, PSS-4, RS, ASAS-r, bem como questões sobre vinculação. Nos resultados os níveis mais elevados surgiram na exaustão (31,5%), sintomas secundários (27,4%), ansiedade (22%) e depressão (15,5%), embora burnout elevado apenas em 12,5%, apesar de 45% com presença de STRESS percebido. As variáveis protetoras apresentaram médias superiores às variáveis de risco, e existem correlações positivas entre indicadores de adoecimento e negativas entre estes e fatores de proteção. Comparativamente os fatores de risco são superiores em quem não tem filhos e em quem também atua fora da Psicologia ou numa entidade pública. A regressão revelou que o burnout é explicado em 60,3% pelas restantes variáveis psicológicas, sobretudo fatores de risco. Assim, a saúde mental dos psicólogos envolve fatores individuais e condições estruturais de trabalho, indicando a necessidade de intervenções integradas e de valorização do suporte social. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | As formas de adoecimento mental e as práticas de autocuidado em psicólogo(a)s no Brasil | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado em Temas de Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 781220.pdf | As formas de adoecimento mental e as práticas de autocuidado em psicólogo(a)s no Brasil | 997.25 kB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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