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https://hdl.handle.net/10216/170940| Author(s): | Ana Rafaela Ferreira Abreu |
| Title: | Violência no local de trabalho contra profissionais de saúde: uma scoping review de práticas de denúncia, barreiras e respostas institucionais (2020-2025) |
| Issue Date: | 2025-11-25 |
| Abstract: | Background: Violence against Healthcare Workers (HCWs) is a widespread global problem that has attracted attention in recent years, with significant consequences for their well-being and quality of care provided. Despite the existence of public policies and digital platforms for reporting incidents, underreporting persists, becoming an issue of the present. Individual and organizational barriers contribute to a culture of silence. To combat this phenomenon, coordinated action is needed between national policies and institutional strategies to prevent violence and promote reporting. This study aimed to identify current practices, institutional and organization barriers, and research gaps in reporting violent incidents against HCWs. Emphasis is placed on the Portuguese context, where the main policy response and existing digital reporting platforms are described. Methods: The scoping review was structured following the methodological framework originally proposed by Arksey & O'Malley (2005). An exploratory scientific literature was conducted in PubMed, Scopus and Web of Science databases, covering the period 2020 to 2025. Results: More than 50% of violence against healthcare workers episodes goes underreported. Verbal violence is the most identified type of violence and, paradoxically, the least reported. The main individual barrier mentioned was the belief in the uselessness of reporting, "nothing will be done" like the organizational barrier was ineffectiveness of reporting systems. In Portugal, as in Italy, Sweden, California and Turkey, there is a public policy to prevent violence supported by national digital reporting platforms. In 2014, a national platform called NOTIFICA® was created in Portugal to monitor and to report this phenomenon of violence, but this situation no longer exists. Currently, incidents of violence against HCWs are only reported on institutional platforms such as SAGRIS® and HER+. The most effective strategy described in the studies to combat violence and underreporting was the combined use of training and education in prevention with awareness campaigns. Conclusion: Combating violence against healthcare workers in healthcare sector, in Portugal as in the rest of world, requires political will, institutional accountability and change in organizational culture. Future efforts should focus on integrating violence indicators into quality and safety metrics across the system. |
| Description: | Enquadramento: A violência contra profissionais de saúde é um problema global que tem atraído atenção nos últimos anos, com consequências significativas para o bem-estar e para a qualidade dos cuidados prestados. Apesar da existência de políticas públicas e plataformas digitais para a notificação de incidentes de violência, a subnotificação persiste, tornando-se um problema do presente. Barreiras individuais e organizacionais contribuem para uma cultura de silêncio. Para combater este fenómeno, é necessária uma ação coordenada entre as políticas nacionais e estratégias institucionais para prevenir a violência e promover a notificação. Este estudo teve como objetivo identificar as práticas atuais, barreiras institucionais e organizacionais e as lacunas existentes na notificação de incidentes de violência contra profissionais de saúde. É dado enfâse ao contexto Português, onde é descrito a principal resposta política e as plataformas digital de notificação existentes. Métodos: A scoping review foi estruturada seguindo a metodologia originalmente proposta por Arksey & O'Malley (2005). Foi conduzida uma pesquisa exploratória da literatura científica nas bases de dados PubMed, Scopus e Web of Science, entre o período de 2020 a 2025. Resultados: Mais de 50% dos episódios contra profissionais de saúde são subnotificados. A violência verbal é o tipo de violência mais identificado e paradoxalmente, o menos notificado. A principal barreira individual mencionada foi a crença da inutilidade da notificação que "nada será feito", enquanto a barreira organizacional foi a ineficácia do sistema de notificação. Em Portugal, assim como na Itália, Suécia, Califórnia e Turquia, existe uma política publica de prevenção da violência apoiada por plataformas nacionais de notificação digital. Em 2014, foi criada em Portugal uma plataforma nacional chamada NOTIFICA® para monitorizar e notificar este fenómeno de violência, mas esta plataforma atualmente já não se destina a esse fim. Atualmente os incidentes de violência contra a profissionais de saúde são apenas notificados em plataformas institucionais, como o SAGRIS® e HER+. A estratégia mais eficaz descrita nos estudos para combater a violência e a subnotificação dentro das instituições de saúde foi a utilização combinada de formação e educação na prevenção com campanhas de sensibilização. Conclusão: O combate à violência contra profissionais de saúde no setor da saúde, em Portugal, como no resto do mundo, requer vontade política, responsabilização institucional e mudança na cultura organizacional. Os esforços futuros devem centrar-se na integração de indicadores de violência em métricas de qualidade e segurança em todo o sistema de saúde. |
| Subject: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| TID identifier: | 204142237 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/170940 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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| 749689.pdf | Workplace Violence Against Healthcare Workers: A scoping review of reporting practices, barriers and institutional responses (2020-2025) | 1.63 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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