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https://hdl.handle.net/10216/170297| Author(s): | Bisong Loveline Agborojong |
| Title: | Dietary exposure to inorganic Arsenic in the Kenya population |
| Issue Date: | 2025-11-06 |
| Abstract: | Inorganic arsenic exposure, mainly resulting from dietary sources, has been associated with a higher risk of cancer due to its genotoxic effects. This study aims to estimate the dietary exposure to inorganic arsenic among the Kenyan population and its associated factors. Consumption data were collected through 24-hour recalls from a convenience sample of the Kenyan population from the Kenya National Micronutrient Survey (n=826; ages 6 months-49 years). Occurrence data on inorganic arsenic in food were obtained from EFSA publications. For the risk characterization, margins of exposure (MOE) for skin cancer outcomes were calculated. To compare inorganic arsenic exposure between groups, the Mann-Whitney U-Test and the Kruskal-Wallis Test were used. For the general study population, the median estimated daily dietary exposure per body weight to inorganic arsenic was 0.12 µg/kg/day, ranging from 0.06 to 0.22 µg/kg/day (25th to 75th percentile), with 1.33 µg/kg/day at the 99th percentile in the Lower Bound (LB) scenario, and 0.31 µg/kg/day, ranging from 0.20 to 0.51 µg/kg/day (25th to 75th percentile), with 2.15 µg/kg/day at the 99th percentile in the Upper Bound (UB) scenario. Children aged 6 months to 5 years had the highest inorganic arsenic exposure (median 0.17 µg/kg/day; 99th percentile 2.39 µg/kg/day in the LB, and 0.52 µg/kg/day; 99th percentile 3.23 µg/kg/day in the UB). For skin cancer outcomes, the median MOE estimated in the LB and UB was 2.48 and 0.67, respectively. In this study, according to the MOE estimates, 78.8% of the population presented a concerning exposure to inorganic arsenic in LB scenario and 97.4% in UB scenario. Rice and grains and grain-based products were the main sources of inorganic arsenic. The current dietary exposure to inorganic arsenic in the Kenyan population raises concerns regarding skin cancer outcomes, since the exposure exceeds the level considered safe. Our results highlight the need to reduce dietary inorganic arsenic exposure, especially among children, adolescents, rural residents, and pregnant and lactating women. |
| Description: | A exposição ao arsénico inorgânico, principalmente proveniente de fontes alimentares, tem sido associada a um risco mais elevado de cancro devido aos seus efeitos genotóxicos. Este estudo tem como objetivo estimar a exposição alimentar ao arsénico inorgânico entre a população queniana e os fatores associados. Os dados de consumo foram recolhidos através de questionários às 24 horas anteriores de uma amostra de conveniência da população queniana do Kenya National Micronutrient Survey (n = 826; idades entre 6 meses e 49 anos). Os dados de ocorrência de arsénio inorgânico nos alimentos foram obtidos a partir de publicações da EFSA. Para a caracterização do risco, foram calculadas as margens de exposição (MOE) para os resultados de cancro da pele. Para comparar a exposição ao arsénico inorgânico entre os grupos, foram utilizados o teste U de Mann-Whitney e o teste de Kruskal-Wallis. Para a população em geral, a mediana estimada da exposição diária alimentar por peso corporal ao arsénico inorgânico foi de 0,12 µg/kg/dia, variando de 0,06 a 0,22 µg/kg/dia (25º ao 75º percentil), com 1,33 µg/kg/dia no 99º percentil no cenário Lower Bound (LB) e 0,31 µg/kg/dia, variando de 0,20 a 0,51 µg/kg/dia (25º ao 75º percentil), com 2,15 µg/kg/dia no 99º percentil no cenário Upper Bound (UB). Crianças com idades entre 6 meses e 5 anos tiveram a maior exposição ao arsênico inorgânico (mediana de 0,17 µg/kg/dia; percentil 99 de 2,39 µg/kg/dia no LB e 0,52 µg/kg/dia; percentil 99 de 3,23 µg/kg/dia no UB). Para os resultados de cancro de pele, a mediana do MOE estimada no LB e no UB foi de 2,48 e 0,67, respetivamente. Neste estudo, de acordo com as estimativas do MOE, 78,8% da população apresentou uma exposição preocupante ao arsénio inorgânico no cenário LB e 97,4% no cenário UB. O arroz, os cereais e os produtos à base de cereais foram as principais fontes de arsénio inorgânico. A exposição alimentar atual ao arsénico inorgânico na população queniana suscita preocupações quanto aos resultados do cancro de pele, uma vez que a exposição excede o nível considerado seguro. Os nossos resultados destacam a necessidade de reduzir a exposição alimentar ao arsénico inorgânico, especialmente entre crianças, adolescentes, residentes rurais e mulheres grávidas e lactantes. |
| Subject: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/170297 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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