Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/169717
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dc.creatorSousa, Ana Cristina
dc.date.accessioned2025-10-15T23:07:15Z-
dc.date.available2025-10-15T23:07:15Z-
dc.date.issued2024
dc.identifier.othersigarra:743915
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/169717-
dc.descriptionAs intervenções artísticas de que a igreja da Sé do Porto foi sendo alvo no decurso dos séculos XVII a XX fizeram desaparecer as camadas históricas anteriores. Os espaços sacros são realidades vivas que mudam "como o tempo nos muda"1, sempre sujeitos às alterações do gosto daqueles que marcam o seu presente, determinam o seu futuro e apagam inevitavelmente o seu passado. Os fragmentos dessas realidades perdidas podem ser parcialmente conhecidos a partir dos relatos que esses criadores de História nos deixaram ou dos elementos artísticos que subsistem, por vezes ocultos, deslocados, descontextualizados, aguardando em silêncio uma melhor atenção e análise.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofSé do Porto: história e património
dc.rightsopenAccess
dc.titleSéculo XVI: Ao gosto da Renascença: A Sé do Porto no século XVI
dc.typeCapítulo ou Parte de Livro
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
Appears in Collections:FLUP - Capítulo ou Parte de Livro

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