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https://hdl.handle.net/10216/168014| Author(s): | Sara Seixas Cardoso |
| Title: | Swipe Smart, Not Hard: Hand Health of Smartphone Users in a University Population |
| Issue Date: | 2025-04-08 |
| Abstract: | Purpose: This study aims to determine the frequency of hand and wrist symptoms and their correlation with smartphone use in a Portuguese university population. Methods: A cross-sectional study was conducted among students from the Universidade do Porto, Portugal, through convenience sampling using a self-administered questionnaire. The questionnaire comprised five parts: socio-demographics, smartphone use patterns, potential symptoms, the Mobile Phone Dependence Test (TMD) adapted for Portuguese adolescents and youth, and the Portuguese version of QuickDASH. Results: Among 597 eligible participants most employed their dominant hand for smartphone holding, with females exhibiting greater usage and symptom frequency than males. Reported symptoms included pain, tingling, and swelling, with symptom frequency linked with improved relief upon reduced smartphone use. Greater TMD scores and daily smartphone usage correlated with higher QuickDASH impairment, but no association was found with smartphone size or weight. Blisters, swelling, and redness appearance patterns were influenced by the holding position. Relief strategies included mobility exercises and additional measures such as creams or medication, varying by symptom zone and type. Conclusions: Prolonged smartphone use is associated with an increased frequency of hand and wrist symptoms and upper limb functional impairment. Gender differences in dependency and symptom frequency highlight the importance of tailoring interventions to the target population, considering factors that might influence smartphone usage and its consequences. Ergonomics are crucial, as particular grips contribute to localized symptoms. Although reducing usage alleviated symptoms for most, some required additional measures. These findings emphasize the necessity for awareness and behavioral changes concerning smartphone use. Level of Evidence: Level 4 |
| Description: | Objetivo: Este estudo teve como objetivo determinar a frequência de sintomas na mão e no punho e a sua correlação com a utilização de smartphones, numa população universitária portuguesa. Métodos: Foi realizado um estudo transversal entre estudantes da Universidade do Porto, Portugal, por amostragem de conveniência, através de um questionário autoadministrado. O questionário era composto por cinco partes: dados sociodemográficos, utilização de smartphones, potenciais sintomas, o Teste de Dependência do Telemóvel (TMD) adaptado para adolescentes e jovens portugueses e a versão portuguesa do QuickDASH. Resultados: Dos 597 participantes elegíveis, a maioria utilizava a mão dominante para segurar no smartphone, sendo que as mulheres apresentavam maior utilização e frequência de sintomas do que os homens. Os sintomas relatados incluíam dor, formigueiro e inchaço, estando uma maior frequência dos sintomas associada a um maior alívio com a redução do uso do smartphone. Foi observada uma correlação entre pontuações mais elevadas no TMD e uma maior utilização diária do smartphone com uma acrescida incapacidade no QuickDASH, mas não foi encontrada qualquer associação com o tamanho ou o peso do smartphone. O padrão de aparecimento de bolhas, inchaço e vermelhidão foi influenciado pela posição da mão ao segurar no smartphone. As estratégias de alívio de sintomas envolviam exercícios de mobilidade e medidas adicionais, como cremes ou medicação, variando de acordo com a zona e tipo de sintoma. Conclusões: A utilização prolongada de smartphones está associada a um aumento da frequência de sintomas na mão e no pulso e da incapacidade funcional do membro superior. As diferenças de género na dependência e na frequência dos sintomas realçam a importância de adaptar as intervenções à população-alvo, tendo em conta os fatores que podem influenciar a utilização do smartphone e as suas consequências. A ergonomia é determinante, uma vez que diferentes formas de segurar no smartphone contribuem para sintomas localizados. Embora a maioria tenha relatado alívio dos sintomas com a redução do uso do smartphone, houve quem precisasse de medidas adicionais. Estes resultados sublinham a necessidade de sensibilização e de mudanças comportamentais relativamente ao uso de smartphones. Nível de Evidência: Nível 4 |
| Subject: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| TID identifier: | 204145325 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/168014 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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