Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/167993
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dc.creatorMariana de Oliveira e Silva
dc.date.accessioned2026-01-26T03:05:59Z-
dc.date.available2026-01-26T03:05:59Z-
dc.date.issued2025-05-21
dc.date.submitted2025-03-21
dc.identifier.othersigarra:732635
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/167993-
dc.descriptionObjetivo: Avaliar os resultados de diferentes técnicas de encerramento da cúpula vaginal após histerectomias totais para condições benignas, com foco na incidência de deiscência da cúpula vaginal (DCV). Fontes de Dados: Foram pesquisados estudos em inglês nas bases de dados Medline (PubMed), Scopus e Web of Science (2015-2025) utilizando a consulta ("vaginal cuff dehiscence" OR "vaginal vault dehiscence") AND (robotic OR laparoscopy OR laparoscopic hysterectomy). Seleção de Estudos: Dos 192 estudos identificados, 30 cumpriram os critérios de inclusão, sendo na sua maioria ensaios clínicos randomizados e estudos de coorte retrospectivos e prospectivos. Recolha de Dados: Dois autores extraíram independentemente dados sobre as características dos estudos, tamanho da amostra, técnicas cirúrgicas, materiais de sutura, taxa de DCV, tempo de aparecimento e fatores desencadeantes. Síntese de Dados: A incidência cumulativa de DCV variou entre 0% e 4%, com uma mediana de 0,86%, e um total de 170 casos identificados entre 30435 pacientes. A taxa mais elevada relatada foi de 4,8%. O tempo até à deiscência variou entre imediato e 240 dias após a cirurgia. A relação sexual foi o fator desencadeante mais comum. Os estudos que compararam suturas barbadas e não barbadas apresentaram resultados contraditórios, enquanto as suturas não absorvíveis tiveram taxas de DCV mais baixas do que as absorvíveis. O encerramento em dupla camada esteve associado a um menor número de casos de DCV, enquanto as suturas contínuas versus pontos únicos não mostraram diferença significativa. O encerramento laparoscópico foi associado a um menor risco de deiscência em comparação com o transvaginal. Entre as técnicas de histerectomia, a histerectomia laparoscópica roboticamente assistida apresentou uma maior taxa de DCV. Nenhum caso foi detetado com vNOTES. Conclusão: As taxas de DCV variam amplamente entre os estudos e não foram encontrados dados consistentes quanto à superioridade de qualquer técnica de histerectomia, material de sutura ou abordagem de encerramento. As abordagens laparoscópicas podem apresentar um risco ligeiramente maior de DCV. O número limitado de ensaios clínicos randomizados e a heterogeneidade dos estudos limitam a força da evidência e incentivam investigações adicionais.
dc.description.abstractObjective: To evaluate outcomes of different techniques for vaginal cuff closure after total hysterectomies for benign conditions, focusing on vaginal cuff dehiscence (VCD) incidence. Data Sources: English-language studies on Medline (PubMed), Scopus, and Web of Science were searched (2015-2025) using the query ("vaginal cuff dehiscence" OR "vaginal vault dehiscence") AND (robotic OR laparoscopy OR laparoscopic hysterectomy). Study Selection: Out of 192 studies identified, 30 met the inclusion criteria, mostly comprising randomized controlled trials (RCT), retrospective and prospective cohort studies. Data Collection: Two authors independently extracted data on study characteristics, sample size, surgical techniques, suture materials, VCD rate, onset, and triggers. Data Synthesis: Cumulative VCD incidence ranged from 0% to 4%, with a median of 0.86%, and a total of 170 cases identified among the 30435 patients. The highest reported rate was 4.8%. Time to dehiscence varied from immediate to 240 days post-surgery. Sexual intercourse was the most common trigger. Studies comparing barbed and non-barbed sutures showed mixed results, and non-absorbable sutures had lower VCD rates than absorbable ones. Double-layer closure was linked to fewer VCD cases, while running vs. single-knot sutures showed no difference. Laparoscopic closure was associated with lower risk of dehiscence than transvaginal. Among hysterectomy techniques, robot-assisted laparoscopic hysterectomy had a higher VCD rate. No cases were reported with vNOTES. Conclusion: VCD rates vary greatly among studies and no consistent data regarding superiority of any closure technique, suture material and closure approach was found. Laparoscopic approaches may pose a slightly higher risk of VCD. Limited number of RCT and heterogeneity of studies limit evidence strength and encourage further investigation.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectCiências médicas e da saúde
dc.subjectMedical and Health sciences
dc.titleOutcomes of Different Techniques of Vaginal Vault Closure for Laparoscopic and Robotic Benign Hysterectomies: a Systematic Review
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina
dc.identifier.tid204144493
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde
dc.subject.fosMedical and Health sciences
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Medicina
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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