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https://hdl.handle.net/10216/167918| Author(s): | Maria Alexandra Santiago Mamede |
| Title: | Injury Profile in Female Tennis Players: a Systematic Review |
| Issue Date: | 2025-06-04 |
| Abstract: | Background Tennis is a demanding sport requiring endurance, speed, and precision. Despite its popularity, the research on injury epidemiology in female players remains limited. Understanding their injury profile is crucial for targeted prevention strategies. Objectives This systematic review analyses injury incidence, severity and anatomical distribution among female tennis players across different competition levels. It also explores the influence of match and training loads on injury outcomes. Data sources A systematic search was conducted in PubMed, EBSCO, Scopus, Web of Science and Cochrane databases up to December 2024, with additional manual searches. Study Eligibility Criteria, Participants and Interventions Eligible studies reported injury incidence, severity, location, or type in female tennis players using observational or cohort designs. Only peer-reviewed English-language studies with quantitative injury data were included. Study Appraisal and Synthesis Methods Risk of bias was assessed using the Newcastle-Ottawa Scale, and reporting quality was evaluated with the STROBE-SIIS statement. Injury incidence rates were standardized to per 1,000 exposure hours for comparability. Results Thirteen studies met inclusion criteria. The mean injury incidence was highest at the professional level (36,36 injuries per 1000 hours, IC95% 34,5-43,9), and it was particularly higher during matches. Lower limb injuries were most common (33-63.6%), followed by the upper limb (9.1-37.5%) and trunk (11.6-27%). Muscle and tendon injuries were predominant, overall with acute injuries affecting the lower limbs and overuse injuries impacting the upper limbs. Time-loss injuries were more frequent in junior players. Limitations Variability in injury definitions, data collection, and reporting methods limits comparability across the studies. Some studies didn't focus exclusively on female players, meaning some conclusions were inevitably drawn from mixed-gender data. Conclusions and Implications of Key Findings Female tennis players face a high injury burden, particularly in matches. Standardized injury reporting, prevention programs, and workload management strategies are needed. Future research should examine the sex-specific risk factors and long-term injury effects. |
| Description: | Background O ténis é um desporto exigente que requer resistência, velocidade e precisão. Apesar da sua popularidade, a investigação sobre a epidemiologia das lesões em jogadoras de ténis continua limitada. Compreender o seu perfil de lesões é essencial para o desenvolvimento de estratégias de prevenção direcionadas. Objetivos Esta revisão sistemática analisa a incidência, gravidade e distribuição anatómica das lesões em jogadoras de ténis em diferentes níveis de competição. Explora ainda a influência da carga de jogo e treino nos desfechos das lesões. Bases de Dados Foi realizada uma pesquisa sistemática nas bases de dados PubMed, EBSCO, Scopus, Web of Science e Cochrane até dezembro de 2024, com buscas manuais adicionais. Critérios de Elegibilidade dos Estudos, Participantes e Intervenções Foram incluídos estudos observacionais ou de coorte que relatassem a incidência, gravidade, localização ou tipo de lesões em jogadoras de ténis. Apenas estudos em inglês com dados quantitativos para a incidência foram considerados. Avaliação da Qualidade de Estudos e Métodos de Síntese O risco de viés foi avaliado através da Escala Newcastle-Ottawa e a qualidade dos estudos foi analisada com a ferramenta STROBE-SIIS. As taxas de incidência de lesões foram padronizadas para 1.000 horas de exposição para facilitar comparações. Resultados Treze estudos preencheram os critérios de inclusão. A incidência média de lesões foi mais elevada ao nível profissional (36,36 lesões por 1.000 horas, IC95% 34,5-43,9), sendo particularmente superior durante os encontros em comparação com treinos. As lesões nos membros inferiores foram as mais comuns (33-63,6%), seguidas das lesões nos membros superiores (9,1-37,5%) e no tronco (11,6-27%). As lesões musculares e tendinosas foram predominantes, sendo as lesões agudas mais frequentes nos membros inferiores e as lesões por sobrecarga mais comuns nos membros superiores. As lesões que resultaram em tempo de paragem foram mais frequentes nas jogadoras juniores. Limitações A variabilidade nas definições de lesão, na recolha de dados e nos métodos de relato limita a comparabilidade entre os estudos. Alguns estudos não se focaram exclusivamente em jogadoras femininas, o que levou a conclusões inevitavelmente baseadas em dados referentes aos dois géneros. Conclusões e Implicações Principais As jogadoras de ténis enfrentam uma elevada carga de lesões, especialmente durante os jogos. É necessária uma padronização na notificação de lesões, programas de prevenção e estratégias de gestão da carga de treino e competição. Investigação futura deve explorar fatores de risco específicos do sexo feminino e os efeitos a longo prazo das lesões. |
| Subject: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| TID identifier: | 204144124 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/167918 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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