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https://hdl.handle.net/10216/167030| Author(s): | Mariana de Lurdes Ferraz dos Santos |
| Title: | Full Versus Mini-Sternotomy for Isolated Aortic Valve Replacement: Single Center Retrospective Cohort |
| Issue Date: | 2025-05-29 |
| Abstract: | Background: Mini-sternotomy (MS) is a minimally invasive surgical technique used as an alternative to the conventional full sternotomy (FS) for surgical aortic valve replacement (SAVR). Existing literature on clinical outcomes, morbidity and mortality after MS remains scarce and inconsistent. This study aims to compare intraoperative and early and mid-term postoperative clinical outcomes, in patients who underwent elective isolated AVR through MS vs. FS. Materials and Methods: In this retrospective, single-center study, patients who underwent elective isolated AVR through MS from 2011 to 2019 were included. An optimal 1:1 Mahalanobis Distance matching was implemented to compare FS with MS. Absolute standardized mean difference was used to compare preoperative variables between groups. Hospital mortality was defined as in-hospital or within the first 30 days after surgery. Survival and need for reoperation were accessed in December 2023. Immediate postoperative outcomes were assessed using conditional logistic regressions and time-to-event outcomes were assessed through Kaplan-Meier curves and stratified Cox proportional hazard models. Results: A total of 136 patients were analyzed (68 in each group), with a mean age of 73 ± 7 years, 62% being male. MS showed high risk of prolonged aortic cross-clamp time (OR: 3.57, 95% CI: 1.49-8.55, p=0.004) and cardiopulmonary bypass time (OR: 3.16, 95% CI: 1.47-6.81, p=0.003). There were no differences between groups regarding early postoperative outcomes, as well as long-term mortality (HR: 1.13, 95% CI: 0.37-3.45, p=0.829) and freedom from prosthesis-related reoperation (HR: 0.20, 95% CI: 0.02-1.74, p=0.145). Conclusion: There were no survival differences between MS and FS, despite prolonged intraoperative times. Limited sternotomy may be a comparable, alternative approach for SAVR, although this study and available evidence are still lacking in power to demonstrate significant differences in most clinical outcomes. |
| Description: | Introdução: A mini-esternotomia (ME) é uma técnica cirúrgica minimamente invasiva utilizada em alternativa à esternotomia total (ET) convencional na cirurgia de substituição da válvula aórtica (SVA). A literatura existente sobre os resultados clínicos, morbilidade e mortalidade após a ME permanece escassa e inconsistente. Este estudo procura comparar os resultados clínicos intraoperatórios, pós-operatórios precoces e a médio-prazo em doentes submetidos a SVA isolada eletiva, através de ME vs. ET. Materiais e Métodos: Neste estudo retrospetivo unicêntrico, foram incluídos doentes submetidos a SVA isolada eletiva através de ME entre 2011 e 2019. Foi implementado um emparelhamento 1:1, com base na Distância de Mahalanobis, para comparar ET com ME. A diferença absoluta padronizada de médias foi utilizada para avaliar o equilíbrio das variáveis pré-operatórias entre grupos. A mortalidade hospitalar foi definida como óbito intra-hospitalar ou até 30 dias após a cirurgia. A sobrevivência e necessidade de reoperação foram avaliadas em dezembro de 2023. Os resultados pós-operatórios precoces foram analisados com regressões logísticas condicionais, e os resultados a longo prazo (tempo-até-evento) através de curvas de Kaplan-Meier e modelos de riscos proporcionais de Cox estratificados. Resultados: Foram analisados 136 doentes (68 em cada grupo), com idade média de 73 ± 7 anos, 62% do sexo masculino. A ME apresentou um risco significativamente elevado de tempos prolongados de clampagem aórtica (OR: 3.57, IC 95%: 1.49-8.55, p=0.004) e de circulação extracorporal (OR: 3.16, IC 95%: 1.47-6.81, p=0.003). Não houve diferenças entre grupos nos resultados pós-operatórios precoces, mortalidade a longo prazo (HR: 1.13, IC 95%: 0.37-3.45, p=0.829) ou necessidade de reoperação relacionada com a prótese (HR: 0.20, IC 95%: 0.02-1.74, p=0.145). Conclusão: Não foram observadas diferenças de sobrevivência entre a ME e ET, apesar dos tempos intraoperatórios prolongados. A ME parece ser uma abordagem alternativa comparável para SVA, embora este estudo e a evidência disponível ainda careçam de poder estatístico para demonstrar diferenças significativas na maioria dos resultados clínicos. |
| Subject: | Medicina clínica Clinical medicine |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica Medical and Health sciences::Clinical medicine |
| DOI: | 10.34626/n1ps-v378 |
| TID identifier: | 204144485 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/167030 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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