Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/167014
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dc.creatorMariana Morais Valadares de Mendonça Gomes
dc.date.accessioned2026-04-11T01:52:26Z-
dc.date.available2026-04-11T01:52:26Z-
dc.date.issued2025-04-10
dc.date.submitted2025-02-20
dc.identifier.othersigarra:727071
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/167014-
dc.descriptionObjetivo: Avaliar o impacto de uma intervenção educacional baseada em vídeos na prática de atividade física e no impacto da enxaqueca em doentes que sofrem desta condição. Contexto: A enxaqueca afeta significativamente a qualidade de vida dos doentes e, apesar dos tratamentos farmacológicos, muitos continuam refratários. Abordagens não farmacológicas, como a prática de exercício físico, têm demonstrado potenciais benefícios. Este estudo tem como objetivo avaliar o impacto de uma série de vídeos personalizados nos níveis de atividade física e no controlo da enxaqueca. Métodos: Este ensaio clínico randomizado, unicêntrico e single-blinded incluiu 65 pacientes com enxaqueca de um hospital terciário no Porto, Portugal. Os participantes foram estratificados pela idade e randomizados para um grupo de intervenção, que recebeu sete vídeos educativos sobre os benefícios do exercício ao longo de três meses, ou um grupo de controlo, que recebeu os cuidados habituais. Os dados foram recolhidos na avaliação inicial (T0) e o acompanhamento (T6) ocorreu seis meses depois. Os outcomes primários e secundários incluíram a pontuação obtida pelo Headache Impact Test - 6 item (HIT-6), a frequência da enxaqueca, o uso de medicação e três Índices de Atividade Física (PAIs). Os tratamentos preventivos seguiram a prática clínica habitual, com os médicos ocultados relativamente à randomização. As análises estatísticas incluíram comparações intergrupos e intragrupo (p ≤ 0.05). Resultados: Entre os 105 pacientes randomizados, 65 completaram o estudo. Ambos os grupos apresentavam características semelhantes no momento da avaliação inicial. O grupo de intervenção mostrou reduções significativas na frequência da enxaqueca (p = 0.003) e no consumo de medicação aguda (p = 0.005). Não foram observadas melhorias significativas no score HIT-6 ou nos índices de atividade física. Uma maior prática de atividade física de lazer correlacionou-se com um menor score HIT-6 na avaliação inicial. Conclusão: As intervenções educacionais baseadas em vídeos podem reduzir a frequência da enxaqueca e o uso de medicação. Um acompanhamento mais prolongado é necessário para avaliar os efeitos a longo prazo na qualidade de vida. Estudos futuros devem integrar estratégias educativas, comportamentais e farmacológicas para uma gestão mais eficaz da enxaqueca.
dc.description.abstractObjective: To assess the impact of an educational video-based intervention on physical activity and migraine-related outcomes. Background: Migraine significantly impacts quality of life, and despite pharmacological treatments, many patients remain refractory. Non-pharmacological approaches, such as physical exercise, have shown potential benefits. This study evaluates a tailored exercise video program for migraine management. Methods: This single-center, single-blinded randomized clinical trial included 65 migraine patients from a tertiary hospital in Porto, Portugal. Participants were stratified by age and randomized into an intervention group, receiving seven educational videos on exercise benefits over three months, or a control group, receiving usual care. Assessments were conducted at baseline (T0) and six months later (T6). Primary and secondary outcomes included the Headache Impact Test - 6 item (HIT-6) score, migraine frequency, medication use, and three Physical Activity Indices. Preventive treatments followed standard clinical practice, with blinded for intervention medical doctors. Statistical analyses included group comparisons and intragroup analyses (p ≤ 0.05). Results: Among 105 randomized patients, 65 completed the study. Both groups had similar baseline characteristics. The intervention group showed significant reductions in headache frequency (p = 0.003) and acute medication intake (p = 0.005). No significant improvements were observed in HIT-6 score or physical activity indices. Higher leisure-time physical activity was correlated with lower HIT-6 score at baseline. Conclusion: Video-based educational interventions may reduce migraine frequency and medication use. Longer follow-up is needed to assess long-term effects on quality of life. Future research should integrate educational, behavioural, and pharmacological strategies for improved migraine management.
dc.language.isoeng
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectMedicina clínica
dc.subjectClinical medicine
dc.titleImpact of promoting physical exercise on migraine - a video-based randomized clinical trial
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina
dc.identifier.doi10.34626/q9kg-rx94
dc.identifier.tid204144582
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde::Medicina clínica
dc.subject.fosMedical and Health sciences::Clinical medicine
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Medicina
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
rcaap.embargofctPublicação em revista
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