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https://hdl.handle.net/10216/166984| Author(s): | Maria Catarina Madureira Machado Ferreira |
| Title: | Prosthetic Graft Infection in Femoropopliteal Bypass |
| Issue Date: | 2025-03-18 |
| Abstract: | INTRODUCTION Peripheral artery disease, a manifestation of systemic atherosclerosis, often necessitates surgical revascularization in advanced stages, with femoropopliteal bypass serving as a primary intervention to restore adequate lower limb perfusion. When autologous vein grafts are not available, prosthetic conduits are commonly used. However, these heterologous materials carry an increased risk of infectious complications, which, although rare, are associated with substantial morbidity and mortality. This study aims to review the current literature on prosthetic graft infections in femoropopliteal bypass surgeries, focusing on epidemiology, risk factors, microbiology, diagnostic methods, treatment strategies, and preventive measures. MATERIALS AND METHODS: A narrative review of the literature was conducted using databases such as PubMed to identify relevant studies on vascular prosthetic infections, particularly in femoropopliteal bypass surgeries. RESULTS: Prosthetic graft infections occur in approximately 2.6% of femoropopliteal bypass surgeries. Staphylococcus epidermidis is the most commonly isolated pathogen. Other relevant Gram-positive bacteria include Staphylococcus aureus, and Gram-negative bacteria. Accurate identification of the etiological agent through microbiological and diagnostic methods is essential for improving clinical outcomes. Early diagnosis is crucial to enable timely and effective treatment, which generally combines antibiotic therapy with surgical intervention, often necessitating graft removal. Furthermore, adopting preventive measures, such as perioperative antibiotic prophylaxis, is fundamental to reducing the incidence of these complications and minimizing the morbidity and mortality associated with prosthetic graft infections. CONCLUSION: Prosthetic graft infections in femoropopliteal bypass surgeries remain a challenging complication. A multidisciplinary approach encompassing early detection, evidence-based treatment, and targeted prevention strategies is essential to improve outcomes, preserve limb function, and mitigate long-term morbidity. |
| Description: | INTRODUÇÃO A doença arterial periférica é uma manifestação de aterosclerose que, em fases avançadas, frequentemente exige revascularização cirúrgica, sendo o bypass uma opção de primeira linha para restabelecer uma perfusão adequada dos membros inferiores. Na ausência de enxertos venosos autólogos, recorre-se habitualmente a próteses sintéticas. Contudo, estes materiais heterólogos apresentam um risco acrescido de complicações infecciosas que, embora pouco frequentes, acarretam morbilidade e mortalidade significativas. O bypass femoropoplíteo é o tipo de bypass mais frequentemente realizado na prática clínica e, muitas vezes, abrange a região inguinal, a qual é também a região mais associada a infeções. Este estudo tem como objetivo rever a literatura atual sobre infeções de enxertos protésicos em bypass femoropoplíteo, incidindo em epidemiologia, fatores de risco, microbiologia, métodos de diagnóstico, estratégias terapêuticas e medidas de prevenção. MATERIAIS E MÉTODOS Foi realizada uma revisão narrativa da literatura, recorrendo a bases de dados como a PubMed, para identificar estudos relevantes sobre infeções de próteses vasculares, em particular no contexto de bypasses femoropoplíteos. RESULTADOS As infeções de enxertos protésicos ocorrem em aproximadamente 2,6% dos bypasses femoropoplíteos. O Staphylococcus epidermidis é o agente patogénico mais frequentemente isolado. Outras bactérias Gram-positivas relevantes incluem o Staphylococcus aureus, além de bactérias Gram-negativas. A identificação precisa do agente etiológico, através de métodos microbiológicos e de diagnóstico adequados, é fundamental para melhorar os resultados clínicos. O diagnóstico precoce é crucial, permitindo um tratamento oportuno e eficaz, que, em geral, combina antibioterapia com intervenção cirúrgica, muitas vezes implicando a remoção do enxerto. Adicionalmente, a adoção de medidas preventivas, como a profilaxia antibiótica perioperatória, é essencial para reduzir a incidência destas complicações e minimizar a morbilidade e a mortalidade associadas às infeções de próteses vasculares. CONCLUSÃO As infeções de enxertos protésicos em bypass femoropoplíteo continuam a representar um desafio clínico significativo. Uma abordagem multidisciplinar, englobando deteção precoce, tratamento baseado em evidências e estratégias de prevenção direcionadas, é imprescindível para melhorar os resultados, preservar a função do membro e mitigar a morbilidade a longo prazo. |
| Subject: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| DOI: | 10.34626/hrb0-3v90 |
| TID identifier: | 204144167 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/166984 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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