Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/163866
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dc.creatorAna Maria Montenegro Ferrão Carneiro
dc.date.accessioned2026-03-02T02:32:25Z-
dc.date.available2026-03-02T02:32:25Z-
dc.date.issued2024-12-03
dc.date.submitted2024-11-14
dc.identifier.othersigarra:699568
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/163866-
dc.descriptionO relatório que se apresenta resulta do estágio pedagógico realizado na Escola Básica e Secundária de Ermesinde entre outubro de 2021 e julho de 2022, no âmbito do Mestrado em Ensino de Artes Visuais no 3º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário. A observação, acompanhamento e análise do contexto escolar e de práticas pedagógicas envolvendo professores e alunos de turmas das disciplinas associadas às Artes Visuais, fez(-me), por um lado, consciencializar a inevitabilidade de ser reflexiva no meu percurso, de saber fundamentar as decisões e de buscar constantemente um aprimoramento no meu trabalho e, por outro, reconhecer um conjunto de inquietações que acabaram por orientar a procura de caminhos e possíveis estratégias para conceber e pôr em prática uma unidade didática (UD) capaz de incentivar a identificação dos alunos com o trabalho, a expressão pessoal e a reflexão crítica. A abordagem adotada para a dinamização da UD resultou numa tentativa de entender o papel do ensino da arte contemporânea como uma oportunidade de liberdade de escolha, participação e promoção da democracia. A expressão pessoal, a crítica social e a aprendizagem colaborativa, foram tidas como formas de proporcionar condições e oportunidades de empoderamento dos alunos. O caminho seguido, no entanto, foi marcado por constantes ajustes, exigindo que, a cada etapa, eu me aventurasse por um terreno instável, enfrentando barreiras e dilemas que surgiam e que eu fui tentando superar. Face às dificuldades em mudar a narrativa dominante sobre a educação, a escola e as artes visuais na escola, que possibilidades se abrem ao professor para adequar a sua prática às experiências, escolhas e preferências dos alunos de modo que a aprendizagem tenha sentido para eles, seja mais prazerosa e mais inclusiva? As respostas a esta questão ecoam nas reflexões críticas acerca do processo de realização da UD, em que o confronto com as dificuldades dos alunos para conseguirem responder a um desafio onde eram livres para escolher dá azo a repensar(-me) o que é um bom professor e os porquês de querer seguir sendo professora de artes visuais.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCiências da educação
dc.subjectEducational sciences
dc.titleArte contemporânea um caminho para a participação
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/xwv9-f947
dc.identifier.tid204221641
dc.subject.fosCiências sociais::Ciências da educação
dc.subject.fosSocial sciences::Educational sciences
thesis.degree.disciplineMestrado em Ensino de Artes Visuais no 3º. Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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