Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/163130
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorBeatriz Gouveia David
dc.date.accessioned2026-05-22T01:31:07Z-
dc.date.available2026-05-22T01:31:07Z-
dc.date.issued2024-11-14
dc.date.submitted2026-05-21
dc.identifier.othersigarra:696887
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/163130-
dc.descriptionObjetivo: Este estudo explora os preditores e a evolução da sintomatologia depressiva em adultos idosos portugueses, com o objetivo de compreender o impacto dos níveis iniciais e das mudanças na saúde física e na solidão, tanto transversal como longitudinalmente. Além disso, explora perfis distintos de evolução da depressão ao longo do tempo. Método: Este estudo usou dados do Survey for Health, Ageing and Retirement in Europe (SHARE), com uma amostra de 709 portugueses com 65 ou mais anos, que participaram em pelo menos duas das seguintes vagas: 4 (2010), 6 (2015) e 9 (2022). Um modelo de crescimento latente avaliou os preditores longitudinais da depressão e uma análise de classes latentes permitiu distinguir trajetórias e definir perfis de evolução dos sintomas depressivos. Resultados: Observou-se que, ao longo do tempo, a solidão e a depressão aumentaram, enquanto a saúde física diminuiu. Pessoas mais sós e com pior saúde física reportam mais sintomas depressivos na baseline. Melhor saúde física foi associada a um menor agravamento dos sintomas ao longo do tempo, enquanto o aumento da solidão previu uma pior evolução. Foram identificadas quatro trajetórias de evolução dos sintomas: "baixa estável", "baixa crescente", "média decrescente" e "estável alta". Ser homem, ter educação pós-secundária, não reportar dificuldades financeiras, sentir-se menos sozinho e ter melhor saúde física foi associado à classe "baixa estável". Por outro lado, viver sozinho, estar casado e ter mais de 81 anos não se mostraram diferenciadores entre as classes. Conclusão: A evolução da depressão é heterogénea entre os adultos idosos, o que sublinha a importância de se identificar os subgrupos de maior risco para intervenções mais eficazes. As políticas devem focar-se na promoção de relações sociais significativas, bem como assegurar a estabilidade financeira, mais que simplesmente procurar aumentar as redes sociais dos mais velhos.
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleLongitudinal depression predictors and trajectories in older portuguese adults: a SHARE study
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/bq4c-0r84
dc.identifier.tid203911156
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
696887.pdf
  Restricted Access
Longitudinal depression predictors and trajectories in older portuguese adults: a SHARE study797.2 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.