Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/159594
Author(s): Inês Neves Torres
Title: Prevalência do estigma em relação à Doença Mental em profissionais de saúde portugueses: Um estudo descritivo e comparativo
Issue Date: 2024-06-11
Abstract: Background: Stigmatizing attitudes by healthcare professionals can be a barrier to accessing health care. Therefore, this study aimed to explore the prevalence of stigma related to mental illness, comparing it between mental health professionals and other healthcare workers, including General Practitioners (GPs), as well as the influence of personal history or contact with a friend/relative with mental illness. Materials and methods: An observational, cross-sectional, and quantitative study was conducted, with online data collection via Google Forms®. Participants were recruited from different professional associations and Health Center Groups. The Opening Minds Stigma Scale for Healthcare Providers (OMS-HC), validated for Portugal, was used. Results: Overall, healthcare professionals in Portugal showed low to moderate levels of stigma. Mental health professionals showed significantly lower levels of stigma compared to other healthcare professionals (including GPs). Having a close friend/relative with mental illness also appears to be a protective factor against stigma, while a personal history of mental illness indicates higher levels of stigma. Conclusion: Future studies are necessary to evaluate the impact of potential anti-stigma measures and to understand why experiencing mental illness oneself can contribute to increased stigma.
Description: Introdução: Atitudes estigmatizantes por parte dos profissionais de saúde podem constituir uma barreira no acesso aos cuidados de saúde. Assim, o objetivo deste estudo foi explorar a prevalência do estigma em relação à doença mental e compará-lo entre profissionais de saúde mental e outros profissionais de saúde, incluindo especialistas em Medicina Geral e Familiar (MGF), assim como estudar a influência da história pessoal ou contacto com um amigo/familiar com doença mental. Materiais e métodos: Este é um estudo observacional, transversal e quantitativo, com recolha de dados online via google forms. Recrutaram-se os participantes de diferentes associações profissionais e Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES). Utilizou-se a versão portuguesa da escala Opening Minds Stigma Scale for Healthcare Providers. Resultados: Globalmente, os profissionais de saúde portugueses evidenciaram um estigma baixo a moderado. Os profissionais de saúde mental mostraram níveis significativamente mais baixos de estigma em relação aos outros profissionais de saúde (incluindo especialistas em MGF). Ter um amigo/familiar com doença mental parece ser um fator protetor, enquanto a história pessoal se relaciona com aumento do estigma. Conclusão: Estudos futuros são necessários para avaliar o impacto de medidas anti-estigma e compreender a possibilidadade da história pessoal de doença mental contribuir para mais estigma.
Subject: Ciências médicas e da saúde
Medical and Health sciences
Scientific areas: Ciências médicas e da saúde
Medical and Health sciences
DOI: 10.34626/hfyz-7706
TID identifier: 203751990
URI: https://hdl.handle.net/10216/159594
Document Type: Dissertação
Rights: restrictedAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
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