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https://hdl.handle.net/10216/159569| Author(s): | Maria Inês Braga da Costa dos Santos Monteiro |
| Title: | Late Diagnosis and Quality of Life Impact of Central Hypersomnia Disorders |
| Issue Date: | 2024-06-03 |
| Abstract: | Introduction: Despite the increasing investigation, diagnosis of central disorders of hypersomnolence remains a clinical challenge and an under-estimated pathology. This study aimed to evaluate the diagnostic delay and clinical trajectory of individuals with primary central hypersomnia, assessing its possible implications on their quality of life. Methods: Retrospective case-control study on patients under the care of the Sleep Department of Neurology at a tertiary Portuguese hospital with hypersomnolence disorders not associated with another illness or substance. Demographic and clinical data from medical records were collected and a questionnaire was presented to participants to assess their perspectives on diagnostic path and current disease management. Instruments approved for Portuguese population as WHOQOL-Bref and HADS questionnaire were applied to evaluate their quality of life and levels of depression/anxiety. Results: A total of 20 patients with central disorders of hypersomnolence diagnose was evaluated with an average age of 41,0 years. Median diagnostic delay was 11 [4-20.75] years in total. Patients with narcolepsy type 1 presented the shortest diagnostic delay with a median of 7 [3-18] years. Time until diagnosis was perceived as longer than expected in 40% of patients. Only 15% of patients considered their excessive daytime sleepiness and/or other related symptoms controlled after therapeutic onset . When compared to the control group (n=20), the central disorder of hypersomnolence group showed a lower assessment regarding physical (central disorder of hypersomnolence group: 61.43 vs control: 82.62, p<0.001) and psychological health domains (central disorder of hypersomnolence group: 62.71 vs control: 93.33, p<0.001). Conclusion: Timely diagnosis and management of central disorders of hypersomnolence patients remains challenging, especially in patients with narcolepsy type 2 and idiopathic hypersomnia. The difficulty in controlling symptoms may significantly impact the quality of life of patients, affecting all domains assessed in the WHOQOL-Bref: physical, psychological, environmental and interpersonal relationships. |
| Description: | Introdução: Apesar da investigação desenvolvida, o diagnóstico de hipersonolência com origem central permanece um desafio clínico e subdiagnosticada. Este estudo teve como objetivo avaliar o atraso diagnóstico e a trajetória clínica de indivíduos com hipersonolência central primária, avaliando um possível impacto na sua qualidade de vida. Métodos: Estudo retrospetivo de caso-controlo em pacientes seguidos em consulta do sono do Serviço de Neurologia de um hospital terciário português com sintoma de hipersonolência não associada a doença não neurológica e/ou consumo de substâncias. Dados demográficos e clínicos foram consultados e foi proposto aos participantes do estudo responder a um questionário para avaliar diferentes perspetivas sobre o caminho diagnóstico e o mensurar o controlo atual dos sintomas. Instrumentos aprovados para a população portuguesa, como o questionário WHOQOL-Bref e HADS, foram aplicados para avaliar a qualidade de vida e os níveis de depressão/ansiedade. Resultados: Foram avaliados um total de 20 pacientes com diagnóstico de hipersónia de origem central com idade média de 41,0 anos. O atraso diagnóstico mediano foi de 11 [4-20.75] anos no total. Pacientes com narcolepsia tipo 1 apresentaram um tempo de atraso diagnóstico inferior, com uma mediana de 7 [3-18] anos. O tempo até o diagnóstico foi percebido como mais longo do que o esperado em 40% dos pacientes. Apenas 15% dos pacientes consideraram a sonolência diurna excessiva e/ou outros sintomas relacionados controlados após o início do tratamento. Quando comparado ao grupo de controlo (n=20), o grupo com hipersónia de origem central mostrou uma avaliação inferior em relação aos domínios de saúde física (grupo TCH: 61.43 vs controlo: 82.62, p<0.001) e saúde psicológica (grupo TCH: 62.71 vs controlo: 93.33, p<0.001). Conclusão: O diagnóstico e controlo sintomático de pacientes com hipersónia de origem central permanece um desafio clínico, especialmente em pacientes com narcolepsia tipo 2 e hipersónia idiopática. A dificuldade no controlo dos sintomas pode impactar significativamente a qualidade de vida dos doentes, afetando todos os domínios avaliados no WHOQOL-Bref: físico, psicológico, ambiental e de relações interpessoais. |
| Subject: | Medicina clínica Clinical medicine |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica Medical and Health sciences::Clinical medicine |
| DOI: | 10.34626/9tkt-ay07 |
| TID identifier: | 203752619 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/159569 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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