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https://hdl.handle.net/10216/159549| Author(s): | Alice Manuela Ribeiro Lopes |
| Title: | Improving Cardiovascular Risk Assessment by Abdominal Adiposity Phenotyping on Non-contrast Computed Tomography |
| Issue Date: | 2024-07-04 |
| Abstract: | Background/Objectives: Abdominal obesity represents a risk factor for cardiovascular disease and subcutaneous abdominal fat (SAF) and visceral abdominal fat (VAF) have distinct metabolic profiles. First, we aimed to develop a comprehensive model for cardiovascular risk assessment through phenotyping abdominal obesity on computed tomography (CT). Then, we identified the radiomic features of SAF and VAF that best discriminate patients with coronary calcium score (CCS) >0 from patients with CCS=0 and built a model to assess individual cardiovascular risk. Subjects/Methods: We performed a cross-sectional study of 1736 patients (57±10yo, 57% male) with no prior cardiovascular disease who had undergone a non-contrast CT for CCS and abdominal single slice acquisition between L4/L5-S1. Then we performed a texture analysis of SAF and VAF. Radiomic features were extracted from structures with mean attenuation values ranging from -150 to -50 HU. Results: Men were younger and had lower body mass index, but higher CCS values and higher waist circumference than women. Men accumulated more VAF, while women accumulated more SAF. Indexed SAF area added to a traditional risk model was the best performing model to detect CCS. The model adding VAFi/SAFi ratio to the traditional risk factors was the best to rule-out coronary calcification. In non-contrast CT, SAF has a brighter, heterogeneous and coarser texture than VAF. A radiomic based-model including the best SAF and VAF texture features provided the best AUC [0.74 (95% CI: 0.71-0.77)] to distinguish asymptomatic patients with CCS>0 from CCS=0 in cardiovascular risk assessment. Conclusions: SAF and VAFi/SAFi ratio significantly improved cardiovascular risk assessment. Low SAF expandability explains the greater accumulation of VAF and increased cardiovascular risk in men. The texture analysis of the SAF and VAF demonstrated the heterogeneity of the two compartments and improved the assessment of cardiovascular risk better than the SAF and VAF areas. |
| Description: | Introdução/Objetivos: A obesidade abdominal representa um fator de risco para doenças cardiovasculares e é composta por dois compartimentos (subcutâneo e visceral) que apresentam perfis metabólicos distintos. O primeiro objetivo foi desenvolver um modelo abrangente para avaliação de risco cardiovascular através da fenotipagem da obesidade abdominal na tomografia computadorizada (TC). De seguida, identificamos as características de textura do compartimento subcutâneo e do compartimento visceral que melhor discriminam os doentes com score de cálcio >0 dos doentes com score de cálcio de 0 e construímos um modelo para avaliar o risco cardiovascular individual. Amostra/Metodologia: Foi realizado um estudo transversal incluindo 1736 doentes (57±10 anos, 57% do sexo masculino) sem doença cardiovascular prévia que foram submetidos a TC sem contraste para quantificação do score de cálcio e para aquisição de corte abdominal ao nível de L4/L5-S1. De seguida, foi realizada uma análise de textura dos dois compartimentos, na qual as características radiómicas foram extraídas de estruturas com valores médios de atenuação entre -150 e -50 HU. Resultados: Em comparação com as mulheres, os homens eram mais jovens e tinham índice de massa corporal mais baixo, mas valores mais elevados de score de cálcio e de circunferência abdominal. Os homens acumularam mais tecido adiposo visceral, enquanto que as mulheres acumularam mais tecido adiposo subcutâneo. Depois de adicionada a um modelo de risco tradicional, a área de tecido adiposo subcutâneo indexada à área de superfície corporal foi o modelo com melhor desempenho para detetar score de cálcio. O modelo com a relação VAFi/SAFi acrescentado aos fatores de risco tradicionais foi o melhor para descartar calcificação coronária. Na TC sem contraste, o compartimento subcutâneo apresentou textura mais brilhante, heterogénea e mais rugosa que o compartimento visceral. O modelo baseado em radiómica que incluiu as melhores características de textura do compartimento subcutâneo e do visceral forneceu a melhor AUC [0,74 (IC 95%: 0,71-0,77)] para distinguir doentes assintomáticos com score de cálcio >0 de doentes assintomáticos com score de cálcio de 0, na avaliação de risco cardiovascular. Conclusões: A área do compartimento subcutâneo e a relação VAFi/SAFi melhoraram a avaliação de risco cardiovascular. A maior acumulação de tecido adiposo visceral e o aumento do risco cardiovascular nos homens foi justificado pela baixa expansibilidade do compartimento subcutâneo. A análise de textura demonstrou a heterogeneidade dos compartimentos subcutâneo e visceral. A avaliação das texturas de cada compartimento foi melhor do que a avaliação das áreas na avaliação do risco cardiovascular. |
| Subject: | Medicina clínica Clinical medicine |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica Medical and Health sciences::Clinical medicine |
| DOI: | 10.34626/5k46-n894 |
| TID identifier: | 203750802 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/159549 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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