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https://hdl.handle.net/10216/159543| Author(s): | Maria Isabel Bramão Vidigal Torres de Carvalho |
| Title: | Attitudes toward Transgender People among Future Doctors in Portugal: What has changed in the last decade? |
| Issue Date: | 2024-06-07 |
| Abstract: | This study aimed to explore the changes in medical students' attitudes toward trans/gender non-conforming individuals in Portugal over a decade. The revised version of the Genderism and Transphobia Scale (GTS-R), along with socio-demographic questions, were sent as an online survey to the students in all medical schools in the country. The 2024 sample (N=268 students) was compared with a 2012 sample of students (N=992 participants) also from all medical schools in the country. In both samples, the majority were female participants, aligning with the gender distribution within medical education. The results indicate that Portuguese medical students show low intolerance levels about alternative gender expressions. A general trend toward slightly more positive attitudes was found among medical students in 2024 when compared to 2012. However, the trends by socio-demographic characteristics remained relatively consistent in both samples. Across both samples, female students (biological sex), students in the clinical years, participants with a non-heterosexual orientation, and those who were personally acquainted with trans people showed a more tolerant attitude regarding gender non-conformity, comparing to their counterparts. These results are indicative of an improvement in the acceptance and understanding of trans individuals within the medical community, but also highlights persistent trends. The impact of personal acquaintance with gender-variant people on the attitudes suggests that direct contact may play a significant role in shaping perceptions. The study points to the need for ongoing research to monitor trends in attitudes and to identify effective strategies for promoting inclusion and empathy toward gender non-conforming individuals within the medical profession. Despite the positive trend observed over the past decade, medical education might play a critical role in fostering the continuation of an inclusive healthcare environment. |
| Description: | Este estudo teve como objetivo explorar as mudanças nas atitudes dos estudantes de medicina em Portugal em relação a indivíduos trans ao longo de uma década. A versão revista da Genderism and Transphobia sclae (GTS-R), juntamente com perguntas sociodemográficas, foi enviada como um questionário online para os estudantes de todas as Faculdades de Medicina do país. A amostra de 2024 (N=268 estudantes) foi comparada com uma amostra de 2012 (N=992 participantes), também de todas as faculdades de medicina do país. Em ambas as amostras, a maioria são de participantes do sexo feminino, alinhando-se com a distribuição de género dentro da educação médica. Os resultados indicam que os estudantes de medicina portugueses demonstram baixos níveis de intolerância em relação a expressões de gênero alternativas. Em 2024 foram encontradas atitudes ligeiramente mais positivas entre os estudantes de medicina quando comparadas a 2012. No entanto, as tendências por características sociodemográficas permaneceram relativamente consistentes em ambas as amostras. Em ambas as amostras, estudantes do sexo feminino (sexo biológico), estudantes nos anos clínicos, com orientação não-heterossexual e aqueles que tinham conhecimento pessoal de pessoas trans demonstraram uma atitude mais tolerante em relação à não conformidade de género, comparando com seus colegas. Estes resultados são indicativos de uma melhoria na aceitação e compreensão de indivíduos trans dentro da comunidade médica, mas também destacam tendências persistentes. O impacto do conhecimento pessoal sobre pessoas com variação de género nas atitudes sugere que o contato direto pode desempenhar um papel significativo na formação das percepções. O estudo aponta para a necessidade de pesquisas contínuas para monitorizar as tendências nas atitudes e identificar estratégias eficazes para promover a inclusão e a empatia em relação a indivíduos não conformes com o género dentro da profissão médica. Apesar da tendência positiva observada ao longo da última década, a educação médica pode desempenhar um papel crítico na promoção da continuação de um ambiente de saúde inclusivo. |
| Subject: | Medicina clínica Clinical medicine |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica Medical and Health sciences::Clinical medicine |
| DOI: | 10.34626/ej6z-7y24 |
| TID identifier: | 203752678 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/159543 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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