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dc.creatorJoana Raquel Mota Bovião Monteiro
dc.date.accessioned2025-11-10T15:23:54Z-
dc.date.available2025-11-10T15:23:54Z-
dc.date.issued2024-06-20
dc.date.submitted2024-03-22
dc.identifier.othersigarra:678861
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/159481-
dc.descriptionObjetivo: Neste estudo, pretendemos avaliar os níveis de preparação para a transição, em pacientes com doenças reumáticas com início na infância. Além disso, procuramos identificar e analisar os fatores preditores de melhor grau de preparação para a transição em pacientes adolescentes e jovens adultos (AJAs). Métodos: Trata-se de um estudo transversal que incluiu pacientes com idades entre os 14 e 26 anos, que compareceram na consulta de reumatologia pediátrica e do jovem adulto, entre outubro e dezembro de 2023, diagnosticados com doença reumática imuno-mediada antes de completarem 18 anos, com pelo menos 1 ano de duração da doença. Os pacientes responderam a um questionário composto por questões demográficas e clínicas, pelo questionário TRACS (Questionário de Preparação para a Transição para a Autonomia nos Cuidados de Saúde) - uma versão validada em português do Transition Readiness Assessment Questionnaire (TRAQ), e pelo questionário Escala de Ansiedade e Depressão Hospitalar (HADS). Os dados foram analisados para determinar a existência de associações significativas entre as diferentes variáveis e o nível de preparação para a transição medido pelo TRACS. Realizaram-se análises de estatística descritiva, comparações estatísticas e regressão logística. Resultados: Um total de 69 pacientes, com idade mediana de 20 [17,5-22,5] anos, foram incluídos neste estudo. A pontuação mediana do TRACS foi de 4,41 [4,09-4,74]. Foram observadas pontuações significativamente mais elevadas do TRACS em pacientes do sexo feminino, com 18 anos ou mais, com níveis mais altos de educação, empregados, com doença ativa ou que pertenciam à classe média (quando comparados com pacientes pertencentes à classe média-alta). Através da análise da regressão logística foi possível concluir que ser do sexo feminino ou ter um nível educacional igual ou superior ao 12º ano seriam preditores de níveis mais elevados de preparação para a transição. Conclusões: O nosso estudo identificou o sexo feminino e um nível de educação mais elevado como preditores de graus de preparação para a transição mais altos. Portanto, os profissionais de saúde devem considerar estas variáveis aquando da avaliação dos pacientes para a transição, e reforçar este processo especialmente em AJAs do sexo masculino e com menor nível de escolaridade.
dc.description.abstractObjective: In this study, we aimed to assess the transition readiness levels amongst patients with childhood onset rheumatic diseases. Additionally, we sought to identify and analyze predictive factors associated with better transition readiness skills in adolescent and young adult (AYAs) patients. Methods: This is a cross-sectional study that includes patients between 14 and 26 years of age who attended outpatient pediatric and young adult's rheumatology appointments between October and December of 2023 and that were diagnosed with immune-mediated rheumatic disease before reaching 18 years of age, with at least 1 year of disease duration. Patients were presented with a questionnaire that contained demographic and clinical questions, TRACS (Questionário de Preparação da Transição para a Autonomia nos Cuidados de Saúde) questionnaire - a validated Portuguese version of the Transition Readiness Assessment Questionnaire (TRAQ), and Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS) questionnaire. Data was analyzed to assess the significant associations between the different variables and transition readiness outcome measured by the TRACS. Descriptive statistics, statistical comparisons and logistic regression analysis were performed. Results: A total of 69 patients with a median age of 20 [17.5-22.5] were included in this study. The median TRACS score was 4.41 [4.09-4.74]. Significantly higher TRACS scores were observed in patients who were female, 18 years of age or older, had a higher level of education, were employed, had active disease or that belonged to middle-class (when compared to patients belonging to upper-middle class). The logistic regression analysis demonstrated that being a female or having an educational status equal to 12th grade or superior emerged as predictors of higher transition readiness levels. Conclusions: Our study identified female sex and higher level of education as predictors of increased transition readiness levels. Therefore, healthcare providers should consider these variables when assessing patients for transition readiness and focus on improving transition process, especially in male and less educated AYAs.
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectCiências médicas e da saúde
dc.subjectMedical and Health sciences
dc.titleTransition readiness assessment in Portuguese adolescents and young adults with pediatric-onset rheumatic diseases: a single-center study
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina
dc.identifier.doi10.34626/bjf6-7d34
dc.identifier.tid203752163
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde
dc.subject.fosMedical and Health sciences
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Medicina
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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