Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/158921
Author(s): Maria Inês Ferreira Teles
Title: Processed Electroencephalogram In Pediatric Patients - A Survey Among Portuguese Anesthesiologists
Issue Date: 2024-05-31
Abstract: Background: In the pediatric population, anesthetic depths depend not only on the type of anesthetic used but also on changes related to age and cerebral maturation. The need for monitoring is accentuated by the high risk of awareness or burst suppression. This cross-sectional survey was designed to obtain a global perspective on clinical practice and the opinions of practicing anesthesiologists in Portugal about the use of processed EEG in pediatric patients. Methods: Anesthesiologists working in public or private Portuguese institutions where pediatric anesthesia is performed were invited to respond to an online questionnaire about the use of processed EEG in pediatric age. Results: The survey had a response rate of 70% (N=133). A total of 123 responses were considered for analysis. In pediatric age, 41.5% use processed EEG in general anesthesia, 15.5% in intravenous anesthesia, and 37.3% depending on the surgical procedure and the patient. Forty-five percent of the anesthesiologists use processed EEG regardless of age group, and only 2.8% in children under 1 year. In children over 10 years old, processed EEG is used in 43.1% of "most situations" and 30.9% "always". Conclusions: Processed EEG is less used in children under the age of 1 year, and the primary reason is the lack of confidence in knowledge for proper interpretation of the data. The absence of equipment is a universally cited reason across all ages. Spectrogram and the numerical indices of processed EEG are the parameters most valued by anesthesiologists.
Description: Introdução: Na população pediátrica, a profundidade anestésica depende não só do anestésico utilizado, mas também de alterações relacionadas com a idade e com a maturação cerebral. A necessidade de monitorização acentua-se pelo elevado risco de awareness ou supressão. Este estudo transversal foi desenhado com o intuito de obter uma perspetiva global sobre a prática clinica e as opiniões dos anestesiologistas em Portugal, sobre o uso de EEG processado em idade pediátrica. Métodos:Os anestesiologistas de instituições portuguesas, públicas ou privadas, onde se realiza anestesia pediátrica foram convidados a responder a um questionário online sobre o uso de EEG processado em idade pediátrica Resultados: Este estudo teve uma taxa de resposta de 70% (N=133). No total, 123 respostas foram consideradas para análise. Em idade pediátrica, 41,5% utiliza EEG processado em anestesia geral, 15,5% em anestesia intravenosa, e 37,3% conforme o procedimento cirúrgico e o paciente. Quarenta e cinco por cento dos anestesiologistas usam EEG processado independentemente do grupo etário, e apenas 2,8% em crianças com menos de 1 ano. Em crianças acima de 10 anos, o EEG processado é utilizado em 43,1% na "maioria das situações" e em 30,9% "sempre". Conclusões: O uso do EEG processado é menos frequente em crianças com idade inferior a 1 ano, e a principal justificação apresentada é a falta de confiança no conhecimento para a correta interpretação da informação. A ausência de equipamento é outro dos motivos citados em todas as idades. O espectrograma e os índices numéricos do EEG processado são os parâmetros mais valorizados pelos anestesiologistas.
Subject: Medicina clínica
Clinical medicine
Scientific areas: Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica
Medical and Health sciences::Clinical medicine
DOI: 10.34626/1kgh-x617
TID identifier: 203752643
URI: https://hdl.handle.net/10216/158921
Document Type: Dissertação
Rights: embargoedAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
Embargo End Date: 2027-05-30
Appears in Collections:FMUP - Dissertação

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