Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/158879
Author(s): José Rodrigo Bezerra Rodrigues
Title: Best medical treatment versus carotid endarterectomy for low risk symptomatic carotid stenosis patients: A Systematic Review with Meta-Analysis
Issue Date: 2024-05-14
Abstract: Objective: The treatment of symptomatic carotid stenosis traditionally relies on revascularization procedures. However, evolution of medical treatment over the last decades, prompted the possibility to consider a best medical treatment (BMT) approach as viable for the management of low-risk symptomatic patients. Nevertheless, there is limited evidence on the long-term outcomes of symptomatic patients treated solely with BMT, being critical to reassess the risk-benefit balance of invasive procedures in addition to best medical treatment. This study aims to review evidence on long-term outcomes of neurologically symptomatic carotid stenosis patients treated with BMT alone and assess whether additional revascularization offers any beneficial effects. Methods: A systematic review was performed according to the recommendations of the Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-analysis (PRISMA) statement and guidelines. Results: Due to considerable heterogeneity and reduced quality of the data, it was not feasible to conduct a formal meta-analysis. There was a trend for a higher risk of stroke (pooled risk of 6.96% [95% confidence interval (CI): 4.76 - 9.15%]), death (pooled risk of 3.14% [95% CI: 1.64 - 4.64%]), and the combined outcome of stroke or death (pooled risk of 8.91% [95% CI: 6.49 - 11.33%]) in the BMT group compared to patients undergoing revascularization procedures: 4.51% (95% CI: 2.67 - 6.35%), 2.65% (95% CI: 1.23 - 4.08%), and 6.56% (95% CI: 4.37 - 8.76%), respectively. Conclusions: While best medical treatment has undergone significant advancements in the recent decades, there is scarce data regarding the long-term outcomes of symptomatic patients receiving such treatment. Existing evidence has primarily focused on carotid near-occlusion or patients perceived as high-risk for surgery, thereby constraining the formulation of reliable conclusions. Future research investigating the treatment of symptomatic carotid stenosis by surgery or endovascular methods should incorporate medical treatment arms to accurately assess the incidence of recurrent events in patients undergoing best medical treatment in the long-term.
Description: Objetivo: O tratamento da estenose carotídea sintomática assenta tradicionalmente em procedimentos de revascularização. Contudo, a evolução do tratamento médico ao longo das últimas décadas motivou a possibilidade de o considerar como uma viável alternativa para a gestão de doentes sintomáticos de baixo risco. No entanto, a evidência relativa a outcomes a longo prazo em doentes sintomáticos exclusivamente tratados com terapêutica médica é limitada, sendo crucial reavaliar a relação risco-benefício dos procedimentos invasivos comparativamente ao tratamento médico otimizado. Este estudo tem como objetivo a revisão da evidência relativa aos outcomes a longo prazo de doentes com estenose carotídea neurologicamente sintomática tratados apenas com terapêutica médica otimizada e analisar em que medida estratégias de revascularização adicional conferem benefício. Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática de acordo com as recomendações PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-analysis). Resultados: Devido à heterogeneidade e reduzida qualidade dos dados obtidos não foi possível realizar uma meta-análise formal. Verificou-se uma aparente tendência para riscos superiores nos doentes tratados exclusivamente com tratamento médico relativamente a acidente vascular cerebral (risco agrupado 6.96% [95% intervalo de confiança (IC): 4.76 - 9.15%]), morte (risco agrupado 8.91% [95% IC: 6.49 - 11.33%]) e para o outcome combinado de acidente vascular cerebral ou morte (risco agrupado 8.91% [95% IC: 6.49 - 11.33%]), comparativamente aos doentes submetidos a procedimentos de revascularização: 4.51% (95% IC: 2.67 - 6.35%), 2.65% (95% IC: 1.23 - 4.08%), e 6.56% (95% IC: 4.37 - 8.76%), respetivamente. Conclusões: Apesar dos avanços significativos do tratamento médico nas últimas décadas, existe ainda escassez de dados em relação aos outcomes a longo prazo de doentes sintomáticos tratados medicamente. A evidência existente concentra-se primariamente em doentes com estenose suboclusiva ou doentes considerados como de alto risco para cirurgia, limitando a elaboração de conclusões robustas. Estudos futuros sobre o tratamento da estenose carotídea sintomática por cirurgia ou métodos endovasculares devem incluir grupos de doentes tratados com terapêutica médica otimizada de forma a analisar a incidência de eventos recorrentes nessa população a longo prazo.
Subject: Ciências médicas e da saúde
Medical and Health sciences
Scientific areas: Ciências médicas e da saúde
Medical and Health sciences
DOI: 10.34626/z4jy-wp69
TID identifier: 203752376
URI: https://hdl.handle.net/10216/158879
Document Type: Dissertação
Rights: restrictedAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
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