Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/156514
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dc.creatorSofia Maria da Silva Pereira Castro
dc.date.accessioned2025-11-04T23:27:34Z-
dc.date.available2025-11-04T23:27:34Z-
dc.date.issued2023-12-13
dc.date.submitted2023-09-15
dc.identifier.othersigarra:655789
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/156514-
dc.description-Introdução: A equidade de género é uma temática relevante que deve estar garantida em todos os quadrantes da sociedade, inclusive na Medicina. Os eventos científicos surgem como uma forma de visibilidade e reconhecimento profissional. A representação feminina em congressos em Medicina Geral e Familiar (MGF) foi objeto de escassa avaliação até à data, de acordo com os dados disponíveis. O objetivo deste estudo é conhecer a proporção de médicas de MGF que integraram painéis de eventos científicos em Portugal, nos últimos 5 anos. -Métodos: Foi realizado um estudo observacional retrospectivo descritivo, analisando o género dos profissionais que integraram os painéis dos eventos científicos de MGF em Portugal, de 2018 a 2022, inclusive. Os dados foram obtidos através da consulta dos programas científicos e a análise descritiva foi feita com recurso aos programas Excel 2016® e SPSS v.27®. -Resultados: Foram analisados um total de 143 congressos de MGF e 4520 oradores. Nos últimos 5 anos em Portugal, a proporção de especialistas de MGF oradores do sexo feminino foi de 54,3% (n=1182) e do sexo masculino foi de 45,7% (n=1004). A proporção de médicas internas de formação específica em MGF foi de 81,5% (n=304) e de internos foi de 18,5% (n=69). -Discussão/Conclusão: Os estudos conduzidos em Portugal sobre a representação feminina em eventos científicos são parcos. Neste estudo observamos que a proporção de mulheres que integraram os painéis científicos foi superior à dos homens. De acordo com os dados disponíveis, a proporção de médicas inscritas na Ordem dos Médicos na Especialidade de MGF nos últimos 5 anos foi de 62,6%. Consideramos que a diferença obtida de 8,3% entre a proporção de mulheres inscritas na especialidade e as que integram os painéis científicos traduz uma representação feminina razoável, mas com margem de progressão no sentido da equidade de género na comunidade científica.
dc.description.abstract-Introdução: A equidade de género é uma temática relevante que deve estar garantida em todos os quadrantes da sociedade, inclusive na Medicina. Os eventos científicos surgem como uma forma de visibilidade e reconhecimento profissional. A representação feminina em congressos em Medicina Geral e Familiar (MGF) foi objeto de escassa avaliação até à data, de acordo com os dados disponíveis. O objetivo deste estudo é conhecer a proporção de médicas de MGF que integraram painéis de eventos científicos em Portugal, nos últimos 5 anos. -Métodos: Foi realizado um estudo observacional retrospectivo descritivo, analisando o género dos profissionais que integraram os painéis dos eventos científicos de MGF em Portugal, de 2018 a 2022, inclusive. Os dados foram obtidos através da consulta dos programas científicos e a análise descritiva foi feita com recurso aos programas Excel 2016® e SPSS v.27®. -Resultados: Foram analisados um total de 143 congressos de MGF e 4520 oradores. Nos últimos 5 anos em Portugal, a proporção de especialistas de MGF oradores do sexo feminino foi de 54,3% (n=1182) e do sexo masculino foi de 45,7% (n=1004). A proporção de médicas internas de formação específica em MGF foi de 81,5% (n=304) e de internos foi de 18,5% (n=69). -Discussão/Conclusão: Os estudos conduzidos em Portugal sobre a representação feminina em eventos científicos são parcos. Neste estudo observamos que a proporção de mulheres que integraram os painéis científicos foi superior à dos homens. De acordo com os dados disponíveis, a proporção de médicas inscritas na Ordem dos Médicos na Especialidade de MGF nos últimos 5 anos foi de 62,6%. Consideramos que a diferença obtida de 8,3% entre a proporção de mulheres inscritas na especialidade e as que integram os painéis científicos traduz uma representação feminina razoável, mas com margem de progressão no sentido da equidade de género na comunidade científica.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMedicina clínica
dc.subjectClinical medicine
dc.titleRepresentação feminina em eventos científicos de Medicina Geral e Familiar em Portugal
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina
dc.identifier.doi10.34626/rbny-1k45
dc.identifier.tid203523474
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde::Medicina clínica
dc.subject.fosMedical and Health sciences::Clinical medicine
thesis.degree.disciplineMestrado em Cuidados de Saúde Primários
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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