Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/155702
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dc.creatorGuerreiro, Vítor
dc.date.accessioned2023-12-13T00:08:27Z-
dc.date.available2023-12-13T00:08:27Z-
dc.date.issued2023
dc.identifier.othersigarra:651598
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/155702-
dc.descriptionEste artigo é acerca do papel cognitivo da forma na arte. Não é uma discussão do cepticismo sobre a arte como fonte de conhecimento nem do tipo particular de conhecimento que (alguma) arte putativamente nos dá. As diversas teorias filosóficas da arte e do estético tendem a separar o valor cognitivo do valor estético e a identificar o estético stricto sensu com o valor formal. Proponho uma concepção de forma que nos permita pensar na especificidade do valor cognitivo da arte como uma função da forma, tal que seja compatível com o deflacionismo radical acerca do estético e da arte.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofEstética e filosofia da arte: coletânea de artigos e ensaios
dc.rightsopenAccess
dc.titleValor estético, valor cognitivo e o conceito de 'forma' na arte
dc.typeCapítulo ou Parte de Livro
dc.contributor.uportoFaculdade de Letras
Appears in Collections:FLUP - Capítulo ou Parte de Livro

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