Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/154835
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorRita Gilsanz Pereira Gonçalves
dc.date.accessioned2026-05-19T01:30:42Z-
dc.date.available2026-05-19T01:30:42Z-
dc.date.issued2023-11-16
dc.date.submitted2023-11-28
dc.identifier.othersigarra:649116
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/154835-
dc.descriptionOs profissionais de emergência médica são confrontados diariamente com situações stressantes e potencialmente traumáticas. Com a pandemia da COVID-19, enfrentaram desafios acrescidos, o que implicou uma gestão de recursos pessoais e comunitários de forma a não prejudicar o seu bem-estar e saúde mental e reforçar os fatores protetores. Este estudo tem como objetivos identificar os níveis de burnout, depressão pelo trabalho, ansiedade, depressão, coping resiliente e engagement em profissionais do INEM, verificar se variam em função de variáveis sociodemográficas e laborais e conhecer a relação entre estas variáveis psicológicas. Os dados foram recolhidos online com divulgação nacional, utilizando um questionário sociodemográfico/laboral e versões portuguesas do BAT-R, ODI, HADS, BRCS, UWES-9. Da participação anónima e voluntária resultou uma amostra de 40 profissionais do INEM, sendo 24 Técnicos de Emergência Pré-hospitalar (TEPH) e 16 com outras funções. Os resultados revelam médias moderadas de Burnout, Ansiedade, Depressão, Coping Resiliente e Engagement e baixos níveis de Depressão pelo Trabalho. A análise por níveis identificou 25% com níveis elevados de Burnout, 23% com níveis clinicamente significativos de Ansiedade e 20% de Depressão. Nos fatores protetores, existem níveis elevados em 25% para o Engagement e 20% para o Coping Resiliente. A análise comparativa revelou que ser do género feminino, ser TEPH e ter o 12º ano são fatores de risco para o adoecimento psicológico. Encontraram-se correlações positivas significativas entre os fatores de risco (Burnout, Depressão Ocupacional, Ansiedade e Depressão) e entre os fatores de proteção (Coping Resiliente e Engagement) e correlação negativa significativa entre ambos os fatores. A análise da regressão revelou que o Burnout é explicado em 52% pela Ansiedade, em 17% pelo Engagement e em 37% pela Depressão Ocupacional, sendo esta explicada sobretudo pela exaustão, que prediz 66%. Apesar de terem sido encontrados valores médios baixos ou moderados, a análise por níveis revelou já alguns valores preocupantes (20% a 25% da amostra), sugerindo que alguns profissionais de emergência médica se encontram num processo de adoecimento psicológico e de esgotamento dos seus recursos emocionais. Assim, é importante desenvolver intervenções e implementar medidas de promoção de fatores de proteção e prevenção de problemas de saúde mental. Desta forma, poderá ser garantido o bem-estar físico e psicológico destes profissionais que, diariamente, salvam vidas.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleSaúde ocupacional, coping resiliente e motivação no trabalho em profissionais do INEM
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/gthy-tb45
dc.identifier.tid203402162
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
649116.pdfSaúde ocupacional, coping resiliente e motivação no trabalho em profissionais do INEM571.96 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.