Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/154817
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dc.creatorDiana Rafaela Martins Pereira
dc.date.accessioned2025-11-07T15:24:59Z-
dc.date.available2025-11-07T15:24:59Z-
dc.date.issued2023-11-16
dc.date.submitted2025-06-09
dc.identifier.othersigarra:649129
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/154817-
dc.descriptionO presente relatório reflete sobre o estágio realizado na Escola Secundária Aurélia de Sousa para a obtenção da profissionalização em ensino de Artes Visuais. O texto assenta em observações de campo, na leitura de documentos referenciais do Ministério da Educação e da instituição de acolhimento e de bibliografia interdisciplinar. Partindo de uma perspetiva crítica e autocrítica e tendo em conta uma abordagem interseccional, são analisadas as várias gentes da escola, nomeadamente os vários 'tipos' de estudante de acordo com o discurso docente, questões como representatividade e feminização da docência, assim como a naturalização de posturas discriminatórias variadas, consolidadas pelos currículos. São analisados os conceitos de cidadania e património no âmbito do ensino artístico neoliberal e eurocêntrico, o domínio do classicismo e do ocularcentrismo, o 'olhar masculino' e a invisibilização da criação feminina, propondo-se o esquecimento como pedagogia em potência. É igualmente explorada a pretensão de neutralidade político- ideológica da escola, de suas pedagogias e conhecimentos, examinando-se o apego a modelos, manuais, cenários de resposta e exercícios que promovem o tecnicismo, impedem a interpretação subjetiva e perpetuam a cultura dominante. Neste sentido, é considerado o papel da gestão docente na/para a (im)possibilidade do inesperado e da resistência. Por fim, é descrita a conceção e implementação da prática didática em História da Cultura e das Artes que, num processo que se procurou participativo e recíproco e com base no diálogo com a arte contemporânea, explorou a historiografia, a multimodalidade e o reconhecimento das estudantes como agentes e narradoras da história através de um jogo da memória e de um exercício teóricoprático de apropriação.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCiências da educação
dc.subjectEducational sciences
dc.title"Quem conta um conto, marca o seu ponto...": olhar interseccional e apropriação de narrativas no ensino das artes visuais
dc.typeRelatório de Estágio
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/dscn-ya76
dc.identifier.tid203412508
dc.subject.fosCiências sociais::Ciências da educação
dc.subject.fosSocial sciences::Educational sciences
thesis.degree.disciplineMestrado em Ensino de Artes Visuais no 3º. Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Relatório de Estágio

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