Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/150708
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dc.creatorClara Rocha e Silva de Castro
dc.date.accessioned2025-11-10T18:51:34Z-
dc.date.available2025-11-10T18:51:34Z-
dc.date.issued2023-07-03
dc.date.submitted2025-06-09
dc.identifier.othersigarra:632824
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/150708-
dc.descriptionO presente estudo pretende explorar a relação entre os motivos para adotar, o stress parental e a instabilidade pós-adoção, no sentido de identificar os motivos que constituem um fator de proteção ou de risco para a adoção. Este estudo quantitativo contou com a participação de 109 figuras parentais (81 mães e 28 pais), que tinham adotado, em média, há 6.6 anos, 109 crianças/adolescentes. Os dados tratados fazem parte do T1 do projeto AdoPt - Follow-up em Pós-Adoção, no qual se insere este estudo, e foram recolhidos através da plataforma online myAdoPt. Os resultados permitiram identificar o desejo de dar uma família a uma criança e a impossibilidade de um filho biológico como motivos principais para adotar, verificando-se que os adotantes avaliaram, retrospetivamente, uma forte motivação para este projeto. Verificou-se que motivos como infertilidade são mais frequentes entre famílias biparentais, que adotam crianças mais novas, enquanto motivos altruístas são mais reportados por famílias monoparentais, com menor tempo de adoção. Verificou-se também que alguns motivos como desejo de ajudar criança com problemas e desejo de ter companhia se relacionam na pós-adoção com menor satisfação parental (subescala do stress parental) e maior instabilidade respetivamente. A satisfação parental surge como moderadora da relação entre alguns motivos (e.g., crenças religiosas) e a instabilidade na adoção, reforçando o papel de risco/proteção que alguns motivos podem ter na estabilidade da adoção, mostrando a sua relevância para o bem-estar/ajustamento das famílias adotivas, e contribuindo com nova informação para a investigação e prática em adoção.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleMotivos para adotar: fator de risco ou fator de proteção?
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/5b08-qv31
dc.identifier.tid203331699
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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